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Redação

Aluno:***

Idade:***

Colégio:***

6,0

Obesidade infantil: quem deve combatê-la?

A obesidade infantil tem aumentado cada vez mais no Brasil. Estatísticas alarmantes, como a reportada pela Sociedade de Pediatria de São Paulo, que estima expressivos 15% de crianças brasileiras acima do peso recomendável, justificam a comoção [preocupação] dos órgãos públicos de saúde. Eles pretendem regulamentar propagandas de alimentos gordurosos e com altos teores de açúcar e sal, estabelecendo horários inadequados de vinculação [veiculação] e a obrigação de conter avisos [obrigatoriedade de essas Propagandas conterem avisos] sobre as consequências do consumo exacerbado. [exacerbado desses produtos.]

Entretanto, questiona-se se tais medidas não tomam um caráter autoritário e uma posição na qual os pais deveriam estar. Afinal, a quem cabe essa responsabilidade?

É mais do que sabido que as crianças não têm controle sobre seus desejos, pois deles só enxergam o aspecto positivo, nunca o negativo. Sendo assim, torna-se viável diminuir a exposição dos atrativos e ressaltar os malefícios desses alimentos, que segundo Fábio Ancona Lopez, professor do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), são muito gordurosos, pobres em fibras, vitaminas e minerais.

Porém, esconder a tentação não é tudo, até porque ainda há a necessidade de vigiar, aconselhar e, dependendo do caso, de proibir. E é justamente aí onde [que] os pais entram, de modo que, por conhecerem as particularidades de seus filhos melhor do que ninguém, sabem o momento certo de dizer sim ou não. Portanto, o problema da obesidade infantil está sob a responsabilidade de dois papéis, um de informar e outro de coagir. [tanto dos órgãos públicos quanto dos pais, a cada um cabendo uma determinada função: a de informar e a de controlar.]
 

Comentário geral

O tema proposto não era "obesidade infantil", assim, houve desvio temático, o que já compromete a nota do candidato. A análise é coerente, mas pouco aprofundada e possui falha na estruturação dissertativa (introdução e conclusão). Também há falha na escolha vocabular, o que gerou trechos confusos.
 

Aspectos pontuais

1) Primeiro e segundo parágrafos: a) Há muitas informações no parágrafo inicial e, em compensação, a tese só apareceu no segundo parágrafo. Isso precisa ser reorganizado para que o parágrafo inicial cumpra com o propósito de apresentar a polêmica, deixando para o desenvolvimento a função de expor dados comprobatórios; b) o trecho em vermelho, no segundo parágrafo, está confuso.

2) Quarto parágrafo: a) o trecho em vermelho possui oralidade indevida; b) o trecho final está muito confuso, precisou ser refeito; c) o problema central desse parágrafo é a ligação entre dados de desenvolvimento com o trecho conclusivo, não respeitando as etapas dissertativas.

Competências avaliadas

CompetênciaNota
1.Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita.1,5
2.Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.1,0
3.Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.1,0
4.Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.1,0
5.Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.1,5
Total 6,0

Desempenho do aluno em cada competência

Nota 2,0 - Satisfatório Nota 0,5 - Fraco
Nota 1,5 - Bom Nota 0,0 - Insatisfatório
Nota 1,0 - Regular
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Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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