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Redação

Aluno:***

Idade:***

Colégio:***

8,0

Pronto para morrer

Continuar tendo esperança ou evitar o sofrimento? Essa é a pergunta-chave que todos aqueles que um dia tentaram se posicionar com relação à eutanásia já se fizeram. Ter um parente ou amigo em estado de saúde debilitado sempre provoca comoção, principalmente quando desejamos que aquela “agonia” acabe.

É natural do ser humano ser sensível e querer viver, mas prolongar a existência de uma pessoa em estado terminal de câncer, por exemplo, não é a melhor solução. Dores insuportáveis e sofrimento inesgotável sempre são as maiores queixas de um paciente que procura a eutanásia, e buscar cessá-las deve ser a prioridade. Além do desgaste físico, há também o emocional, e essa prática poderia ser utilizada como forma de acabar com o padecimento da própria vítima e dar alívio a toda uma família.

Sofrer com a morte é inevitável, mas com o tempo a dor diminui. Fazer com que uma pessoa continue tendo aflições e complicações, aí sim, gera [isso sim gera] dor maior. Pode nem ser perceptível, já que tendemos a ter a esperança de que [que nosso ente querido] venha a melhorar, mas só o paciente sabe o quanto é difícil quando seu estado de saúde é irreparável. Claro que a prática da eutanásia deve ser procurada apenas em casos de doenças incuráveis e em estado avançado, até porque é ilógico que um ser humano opte dar fim à sua vida, tendo a opção de tratamento eficiente e eficaz.

Portanto, a eutanásia não é um atentado à vida, mas uma forma honrosa de encerrá-la, dando a oportunidade do não sofrimento a uma pessoa. Países como Holanda e Bélgica já permitem a prática, mas no Brasil é considerada crime. Caso fosse permitida por lei, para que se tivesse total controle sobre o que é correto fazer, deveríamos ter, em eventos de [situações em que] pacientes ou famílias que buscam [buscam] a eutanásia, a avaliação do caso por médicos especializados, além de psicólogos, para que se tenha a certeza de que é consentida pela própria vítima, se esta permanecer consciente, ou pela família da mesma [família, caso o doente já não possa mais se manifestar] .
 

Comentário geral

Análise coerente do tema. O autor respeitou a estrutura dissertativa e fundamentou seu ponto de vista. Algumas falhas na expressão (ordem das frases, escolha vocabular) deixaram alguns trechos imprecisos.
 

Aspectos pontuais

1) Terceiro parágrafo: trecho confuso (o que não é perceptível? O que vai melhorar?) devido à inversão dos termos.

2) Quarto parágrafo: novo trecho confuso, devido à imprecisão vocabular (eventos?).

Competências avaliadas

CompetênciaNota
1.Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita.1,5
2.Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.2,0
3.Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.1,5
4.Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.1,5
5.Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.1,5
Total 8,0

Desempenho do aluno em cada competência

Nota 2,0 - Satisfatório Nota 0,5 - Fraco
Nota 1,5 - Bom Nota 0,0 - Insatisfatório
Nota 1,0 - Regular
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Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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