Ciro Versiani dos Anjos trabalhou como funcionário público e colaborou nos jornais de Belo Horizonte (MG).
Em 1933, como redator de
A Tribuna, escreveu uma série de crônicas que seriam o germe do seu mais famoso romance,
O Amanuense Belmiro (1937), de análise psicológica, na linha machadiana, explorando a vida de um funcionário público da capital mineira.
Seu segundo romance,
Abdias, é de 1945.
A convite do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Ciro dos Anjos regeu, em 1952, a cadeira de estudos brasileiros na Universidade do México e, em 1953, na Universidade de Lisboa.
Em 1954, publicou o ensaio
A criação literária; e, em 1956, o romance
Montanha.
Em 1963, reeditou
Explorações no tempo, livro de crônicas já anteriormente reunidas em edição menor e fora do comércio. Lançou, em 1964, a coletânea
Poemas coronários.
Ciro dos Anjos foi membro da Academia Brasileira de Letras.
Enciclopédia Mirador Internacional
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