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Biografias

Presidente dos EUA entre 1974 e 1976

Gerald R. Ford

14/07/1913, Omaha, Nebraska
26/12/2006, Rancho Mirage, Califórnia.

Da Redação
Em São Paulo

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Uma sucessão de escândalos envolvendo o presidente Richard Nixon e seu vice, Spiro Agnew, acabaram conduzindo Gerald Ford à presidência dos EUA. Primeiro, Agnew renunciou após ver seu nome envolvido em uma teia de negócios escusos em Maryland.

Gerald Ford foi indicado vice-presidente. Ele assumiu a presidência quando as investigações em torno do escândalo Watergate demonstraram o envolvimento de Nixon, que ficou sem condições de governar o país.

Ford nasceu em Omaha, no Estado de Nebraska, em 1913, e foi crado em no Estado de Michigan. Estudou na Universidade Yale e obteve um diploma de direito. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele foi capitão-de-corveta na Marinha.

Após a guerra, ele voltou para Grand Rapids, em Michigan, onde entrou para a política republicana, sendo eleito para o Congresso em 1948. Ele atuou lá por 25 anos, conquistando uma reputação de integridade e abertura. De 1965 até 1973, ele foi o líder da minoria republicana na Câmara.

Ao prestar o juramento de posse em 9 de agosto de 1974, Gerald R. Ford declarou: "Eu assumo a presidência sob circunstâncias extraordinárias... Este é um momento da história que perturba nossas mentes e fere nossos corações". Era de fato um momento sem precedente. Ele foi o primeiro vice-presidente escolhido segundo os termos da 25a. Emenda, e sucedeu o primeiro presidente a renunciar o cargo.

Como presidente, Ford tentou acalmar as controvérsias anteriores concedendo ao presidente Nixon perdão pleno, embora boa parte da população exigisse uma investigação completa do escândalo Watergate e devida punição para os culpados.

Gradualmente, ele selecionou um ministério próprio e começou a enfrentar os desafios quase insuperáveis diante de seu governo. A primeira meta de Ford foi conter a inflação.

Na época, quando a recessão se tornou um problema doméstico sério, ele adotou medidas visando estimular a economia. Ainda temendo a inflação, Ford vetou uma série de emendas orçamentárias não-militares que teriam aumentado ainda mais o já pesado déficit orçamentário. Durante seus primeiros 14 meses como presidente ele vetou 39 medidas. Seus vetos eram geralmente mantidos.

Uma meta doméstica foi ajudar as empresas a operar mais livremente reduzindo os impostos sobre elas e relaxando os controles exercidos pelas agências reguladoras. "Nós... declaramos nossa independência há 200 anos, e não vamos perdê-la agora para burocratas e computadores", disse ele, ignorando que a intervenção do Estado na economia foi o que salvou os EUA da maior crise econômica de sua história, após a quebra da bolsa de valores de Nova York, em 1929.

Nas relações exteriores, Ford agiu vigorosamente para manter o poder e o prestígio americano, abalado após as derrotas na Guerra do Vietnã e a conseqüente retirada das tropas americanas da região. A distensão com a União Soviética continuava. O presidente Ford e o líder soviético Leonid Brejnev estabeleceram novas limitações de armas nucleares.

Impedir uma nova guerra no Oriente Médio continuou sendo um importante objetivo. Ao fornecer ajuda tanto para Israel quanto para o Egito, o governo Ford ajudou a persuadir os dois países a aceitar uma acordo interino de trégua.

Em 1976, o presidente Ford conquistou a indicação republicana para a disputa da presidência, mas perdeu a eleição para seu oponente democrata, o ex-governador da Georgia (sul do país) Jimmy Carter.

Depois disso, retirou-se da política e dedicou-se à vida privada. Ajudou a combater o alccolismo de sua mulher, Betty, e com ela fundou o Centro Betty Ford de Combate às Drogas.

Morreu aos 93 anos de idade.

Com informações da The White House Historical Association

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