Do Klick Educação Pilsudski pertencia à aristocracia polaco-lituana. Desde novo, envolveu-se na luta pela independência da Polônia e, em 1887, foi deportado para a Sibéria durante cinco anos. Em 1893, participou na criação do Partido Socialista Polaco (PPS) e, antes da Primeira Guerra Mundial, envolveu-se na organização clandestina de grupos revolucionários socialistas contra o domínio russo. A partir de 1914, atuou na guerra contra a Rússia como comandante da primeira brigada da Legião polaca, ligada à facção austríaca. Contudo, quando os poderes centrais proclamaram a autonomia do reino da Polônia, Pilsudski entrou em conflito com eles, visto que reclamava a independência absoluta. Em conseqüência disso, esteve preso em Magdeburgo de 1916 a 1917. Como primeiro chefe de Estado da Polônia independente, Pilsudski não reconheceu a linha Curzon, criada na Conferência de Paz de Versalhes (1919). No esforço para restabelecer as fronteiras orientais de 1772 (primeira partilha da Polônia), entrou em guerra contra a Rússia soviética, debilitada pela guerra civil (1919-1920), mas apenas conseguiu evitar um fracasso total com o chamado "Milagre do Vístula". Pelo Tratado de Riga de 1921, a fronteira oriental da Polônia foi fixada a cerca de 150 km a leste da linha Curzon. Em 1922, retirou-se da vida política, mas, em 1926, dirigiu um golpe de estado contra o regime parlamentar, instaurando um sistema de poder autoritário, que tornou legítimo em 1935 com uma nova Constituição. Em 1934, Pilsudski tentou proteger a Polônia da Alemanha nazista com um pacto de não-agressão. |
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