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Biografias

Leonid Brejnev
Secretário-geral do PCUS
19-12-1906, Kamenskoje, Ucrânia
10-11-1982, Moscou

Do Klick Educação

Engenheiro metalúrgico, funcionário do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) e protegido de Nikita S. Kruschev, Brejnev foi subindo degraus na hierarquia do PCUS: em 1956, foi designado secretário do Comitê Central (CC) e, em 1957, membro do Politburo. De 1960 a 1964, presidiu o Soviete Supremo (foi o presidente nominal do país) e, mais tarde, regressou ao cargo de secretário do CC. Depois de desempenhar um papel decisivo na destituição de Kruschev (1964), Brejnev sucedeu-lhe no cargo de primeiro-secretário (a partir de 1966, secretário-geral) do CC do PCUS. Brejnev foi se destacando cada vez mais entre os membros da direção do partido e manteve essa liderança até a sua morte. Em 1977, voltou a assumir o cargo de chefe de Estado. Durante seu mandato, foram paralisadas ou anuladas, em grande parte, as reformas feitas por seu antecessor ("era do estancamento"). No âmbito da política externa, Brejnev estendeu a esfera de influência soviética por todo o mundo, prestou apoio ao Vietnã do Norte na guerra contra os EUA (1965-1973) e enfrentou a República Popular da China (1968/69). Apoiando-se na teoria segundo a qual a URSS tinha o direito de intervir quando o socialismo estivesse ameaçado num "país irmão", Brejnev reprimiu, junto com outros países do Pacto de Varsóvia, o socialismo reformador ("Primavera de Praga") na Checoslováquia. Por meio de um rearmamento em marcha acelerada, conseguiu alcançar o equilíbrio estratégico com os EUA, o que veio a favorecer o abrandamento da tensão com os países do Ocidente (1969-1979, acordo SALT I, negociações SALT I com os EUA; 1970, Pacto de Moscou, com a República Federal da Alemanha; 1971, Pacto de Berlim; 1975, ata final da Conferência sobre Segurança na Europa). No entanto, continuou a se servir dos meios militares para assegurar as aspirações hegemônicas da URSS (ocupação do Afeganistão em 1979).
Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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