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Biografias

Pintor flamengo

Peter Paul Rubens

28/06/1577, Siegen, Alemanha
30/05/1640, Antuérpia, Bélgica

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

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O pintor flamento Peter Paul Rubens em auto-retrato

Rubens nasceu na cidade de Siegen, na Vestfália (atualmente uma região da Alemanha), onde seus pais se encontravam exilados por apoiarem a luta dos Países Baixos pela independência da Espanha.

Rubens passou a maior parte de sua vida em Flandres (hoje parte da Bélgica).

 Ele só retornou à Antuérpia em 1587, após a derrota dos separatistas em Flandres e a morte de seus pais,

Interessado em arte, Rubens tornou-se, aos 15 anos, aprendiz de Adam van Noort. Ingressou depois no ateliê de Tobias Verhaeght e finalmente passou a trabalhar com Otto van Veen, o que lhe despertou a admiração pela Itália e pela cultura latina clássica.

Ao receber o título de mestre pela Corporação dos Pintores da Antuérpia, Rubens seguiu para Veneza e depois para Mântua, onde o Duque Vicenzo Gonzaga o empregou como seu pintor oficial.

Rubens viajou e estudou em Milão, Gênova, Florença e Roma, onde observou as pinturas de Michelangelo na Capela Sistina.

Depois de receber sua primeira encomenda, feita pelo cardeal da Áustria, Rubens foi solicitado a realizar diversas outras obras, principalmente pinturas para igrejas e retratos da aristocracia. Além de excelente pintor, Rubens era uma pessoa de bom relacionamento e grande simpatia.

Por essas qualidades, o duque de Mântua o enviou em missões diplomáticas, sobretudo na Espanha. Em Madri, Rubens conheceu a obra de Ticiano e Rafael na coleção real, e recebeu encomendas, como o famoso retrato eqüestre do duque de Lerma, primeiro-ministro de Filipe III.

Em 1608, Rubens retornou à Antuérpia, onde lhe foi oferecido o cargo de pintor da corte junto aos governantes espanhóis dos Países Baixos, o arquiduque Alberto e a arquiduquesa Isabel, filha de Filipe II da Espanha, que se tornou mecenas e amiga do pintor.

Rubens trabalhou novamente com seu antigo mestre Van Veen. Nessa época pintou "Sansão e Dalila". Em 1609, com uma trégua entre Holanda e Espanha, Rubens se casou com Isabel Brant e construiu uma bela casa em Antuérpia.

Organizou, então, um grande ateliê que até a sua morte chegou a produzir cerca de dois mil quadros. Contava com artistas promissores, dos quais vários se destacaram, como Brueghel e Van Dyck.

A fama de Rubens atingiu toda a Europa e ele recebeu encomendas de dirigentes como Filipe 3º e Filipe 4º, da Espanha, a rainha-mãe Maria de Médici, da França, e Carlos 1º, da Inglaterra. Pintou "O Rapto das Filhas de Leucipo", "A Derrota de Senaqueribe", "Alegoria de Paz e Guerra" entre outras obras.

A morte da esposa, em 1626, foi um duro golpe para Rubens. O pintor casou-se novamente em 1630. São dessa fase "O Julgamento de Páris" e "O Rapto das Sabinas".

Rubens morreu rico e bem-sucedido em tudo o que fez e deixou um imenso legado de arte barroca.

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