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Prefixo "não" perde o hífen em todas as situações

Por Thaís Nicoleti

A aguardada edição do Volp ("Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"), da Academia Brasileira de Letras, consolidou a abolição do hífen que prendia o prefixo "não" a substantivos e a adjetivos.

Antes, o "não" que funcionava como prefixo era separado por hífen da palavra subsequente, modo de deixar claro que estava deslocado de sua função adverbial, equivalendo a formas como "in-" ou "des-".

Segundo a grafia antiga, era possível dizer que alguém teve um comportamento "não-leal" (o que equivalia formalmente a um comportamento "desleal", mas com uma nuance de significado que opera ligeira distinção de sentido). Importa aqui observar que havia, sim, um critério para o uso do hífen depois do "não". Diante de substantivos, sempre havia o hífen (pacto de "não-violência", "não-índios" etc.).

Agora, não existe mais hífen depois do prefixo "não". Consolidam-se grafias como "organização não governamental", "pacto de não proliferação de armas nucleares" etc.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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