Temperatura tropical, suavizada por ventos alísios, com uma média de 25°C durante todo o ano. O inverno vai de dezembro a abril, mas é possível pegar baixas temperaturas também em setembro e outubro. Para quem optou por Nova York, recomenda-se manter um suéter sempre a mão. Em Manhattan, as temperaturas variam bastante em um mesmo dia. É possível pegar 20ºC à tarde e 11ºC à noite.
Quem assistiu ao filme "Super Size Me", escrito e dirigido por Morgan Spurlock, já deve estar convencido de que a culinária típica dos EUA, baseada em "fast-food", nada tem de saudável. Desta forma, o ideal é esquecer os sanduíches e partir para uma alimentação mais saudável. Pode custar um pouco mais caro, mas é fácil encontrar saladas, frutas e sucos nas lanchonetes do país.
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Os EUA apresentam um estilo de vida familiar ao brasileiro, mas ao escolher o país como destino é preciso ter em mente que seus habitantes são, de um modo geral, pouco flexíveis. "Jeitinho brasileiro" é definitivamente algo que o norte-americano não entende. Se o cardápio diz "carne com fritas" e "frango com arroz", não adianta pedir "carne com arroz. O norte-americano típico vai dizer que esse prato não faz parte do menu.
Em seu favor, há o fato de que os norte-americanos são descontraídos (nem sempre se entende suas piadas e brincadeiras, mas eles têm bom humor) e esportivos. No trabalho, costumam ser competitivos e reservados. O ideal americano é ser "o melhor" e obter um sucesso profissional que renda o suficiente para comprar uma boa casa, um carro esporte e uma lancha para passear nos canais da Flórida aos finais de semana.
Ao entrar nos EUA para estudar, evite fazer caretas e críticas ao comportamento das pessoas. Procure respeitar as diferenças culturais e aprender com elas. Ao final do curso, mais do que o idioma, você terá aprendido a conviver com adversidades.
Com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal nos EUA é de 1.900 dólares americanos. Converta esse valor para o real.
Brasileiros interessados em estudar fora do país podem optar por levar dinheiro em papel-moeda, "travelers cheques", cartão de crédito e débito internacional ou Cartão Visa TravelMoney (cartão pré pago). A Gerente de Produto do Banco Rendimento, em São Paulo, Danielle Florestano dá algumas dicas:
- Por questões de segurança, leve apenas uma pequena quantia em dinheiro (entre 20% e 30% do valor total), o suficiente para primeiras necessidades e eventuais emergências.
- Leve a moeda local do destino. Evite comprar dólares quando o país de intercâmbio não for os EUA. Ao levar dólares à Europa para depois trocá-los por euros, por exemplo, realizam-se duas conversões monetárias, o que pode representar perdas de 5% a 10%.
- Adquira a moeda estrangeira em uma instituição credenciada junto ao Banco Central e exija o boleto de câmbio. O documento comprava onde você adquiriu a moeda.
- Os "travelers cheques" são uma opção tradicional para quem viaja ao exterior, oferecem seguro contra perda e roubo e são aceitos em milhões de estabelecimentos como dinheiro.
- Para os pais que pretendem controlar os gastos dos filhos, a melhor opção é o cartão recarregável. Pode-se, por exemplo, carregar uma quantia mensal e consultar o extrato dos gastos pela Internet (www.rendimentovtm.com.br). O Cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM) pode ser carregado em dólar ou euro e os gastos sempre realizados na moeda local do país que o estudante estiver. As compras podem ser realizadas em mais de 14 milhões de estabelecimentos credenciados e os saques nos mais de 840 mil caixas automáticos Visa Plus. Ao usar o VTM, recomenda-se programar o valor necessário para uma semana ou um mês, já que é cobrada uma taxa de US$/EUR 2,50 por saque. O mínimo para carga ou recarga é de US$/EUR 200.
- É recomendável manter os números de seus cartões e "travellers cheques" anotados em um lugar seguro para, em caso de perda, roubo ou furto, reportar a ocorrência à operadora ou banco.
- Falar em português com brasileiros. É preciso aproveitar o tempo fora para praticar o idioma estrangeiro.
- Ficar em "Homestay" de brasileiros. Hospedar-se na casa de pessoas que falam bem o idioma que quer aprender pode ajudar a dar um salto na sua fluência.
- Dispensar os cursos, achando que pode aprender o idioma nas ruas. Lembre-se: não é fácil fazer amigos no exterior, especialmente amigos que tenham paciência para conversar com quem não fala bem o idioma.
- Gastar todo o dinheiro do mês na primeira semana. O país estrangeiro é uma tentação para adolescentes que se sentem livres e querem curtir os bares e casas noturnas. Lojas e bons produtos também têm grande apelo. CUIDADO com os impulsos.
-Deixar de sair para economizar. Em todos os lugares, há passeios gratuitos ou baratos. Esquivar-se do contato com a população local é um dos erros mais graves para quem pretende aprender o idioma. Portanto, aproveite e solte-se!
- Ter vergonha de falar errado. Esse é o pior dos enganos. Dominar um idioma não é tarefa fácil. É preciso ousar, tentar e insistir. Solte a língua e divirta-se com os equívocos.
É possível fazer praticamente tudo nos EUA. De esportes radicais a calmos recitais de poesia, o país oferece opções para todos os gostos. No dia-a-dia, o americano pratica algum esporte e sai à noite para jantar ou assistir a um espetáculo. Também gostam de assistir a jogos e programas de entretenimento pela televisão.
Estudantes de intercâmbio costumam ficar em casas de famílias voluntárias, sem custo financeiro. As famílias são contatadas pelos agentes de intercâmbio. Para quem viaja por conta própria, há "homestays" ou "share accomodations".
A "homestay" é a opção mais recomendável para menores de 18 anos ou brasileiros que se sintam mais seguros convivendo na rotina de uma família. Neste tipo de acomodação, o estudante convive com uma família e tem direito a um quarto individual e a meia-pensão (café da manhã e jantar). É uma maneira interessante de conviver e conhecer a cultura do país, pois o estudante participa do dia-a-dia da família que, muitas vezes, os inclui em seus programas.
Já nas "share accomodations" o estudante divide o quarto ou o apartamento com outras pessoas. Este tipo de acomodação é mais recomendável para estudantes que sejam mais independentes e queiram mais liberdade, pois não terão que se adaptar a nenhuma regra familiar. É uma boa oportunidade para aprender a lidar com gastos, como contas de telefone e luz, além de cuidar dos serviços da casa e conviver com pessoas de diferentes culturas.
Ao decidir fazer um curso no exterior, o ideal é, antes mesmo do embarque, tirar uma carteira internacional de estudante. Com o documento, brasileiros podem ter descontos de até 30% do valor da passagem aérea. Para obtê-lo, basta apresentar o comprovante de matrícula no curso. Agências de intercâmbio e instituições de ensino no Brasil podem indicar os locais de expedição dessas carteiras.
Washington (capital), Nova York, Chicago, Detroit, Los Angeles, San Francisco, San Diego, Dallas, Las Vegas, Nova Orleans, Filadelfia Miami e Seattle.
Estudantes estrangeiros podem trabalhar legalmente nos Estados Unidos até 20 horas por semana dentro do campus da universidade. Após um ano de estudo, o estrangeiro poderá solicitar permissão ao Serviço de Cidadania e Imigração para trabalhar fora do campus.
* As regras de permissão de trabalho mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
Estrangeiros interessados em estudar nos Estados Unidos devem obter o visto de estudante, seja para cursos de curta ou longa duração, antes mesmo de embarcar para o país.
* As regras de visto mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.