Em geral, o clima na França é temperado oceânico, mediterrâneo, mas há quatro zonas climáticas no país -clima oceânico e úmido (oeste do país); semi-continetal, com invernos rigorosos e verões quentes (Alsácia, Lorena e ao longo do "corredor" formado pelo rio Rhône e regiões montanhosas, Alpes e Pirineus); intermediário, com invernos frios e verões quentes ( norte, região parisiense e região central) e mediterrâneo, com invernos amenos e verões tórridos (sul do país).
Testada e aprovada pelos maiores chefes do mundo, a cozinha francesa é prestigiada por praticamente todas as culturas. Seus pratos, em geral leves, incluem carnes, peixes e aves, sempre acompanhados por molhos sofisticados e criativos. Muitas de suas receitas mais tradicionais já foram incorporadas ao cardápio diário de outros países. Este é o caso, por exemplo, das quiches, purês, crepes, fondues, baguetes e dos molhos à base de queijo.
Estudantes não podem dispensar a tradicional baguete com queijo pela manhã. O Quartier Latin é famoso por servir bons sanduíches desse tipo. Eles podem ser acompanhados de café, suco ou chocolate.
Apesar de sua cozinha ser sofisticada e os restaurantes, no geral, caros para o padrão brasileiro, come-se muito bem nos restaurantes universitários. Os preços não chegam a 3 euros por refeição, mas é preciso ter carteira de estudante para desfrutar dos bons preços.
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É preciso acabar com o mito de que os franceses torcem o nariz para os falantes da língua inglesa. É claro que eles preferem se comunicar em francês, mas, com a tradição turística que tem, não é difícil obter informações em outros idiomas. De um modo geral, o francês é cordial e elegante. Costuma cumprimentar estranhos com um bom dia ou boa tarde.
A França, berço do cinema, sempre acolheu diretores e atores do mundo todo. Também é berço de músicos como Claude Debussy e Maurice Ravel. A verdade é que o país exerce enorme influência na música, na literatura, na culinária e no comportamento de cidadãos de todo mundo. É um ótimo destino para quem quer, além de aprender o idioma, adquirir cultura. Para isso, basta freqüentar os museus, cafés e livrarias.
Com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal na França é de 1.200 euros. Converta esse valor para o real.
A moeda corrente da França é o euro e os principais cartões de crédito (Visa e Mastercard) são aceitos pela maioria dos comerciantes para pagamentos a partir de 15 euros. E mais, existem diversos caixas eletrônicos espalhados pelas cidades francesas. Verifique se o seu banco é associado a alguma instituição financeira da França, pois isso pode facilitar suas transações.
- Falar em português com brasileiros. É preciso aproveitar o tempo fora para praticar o idioma estrangeiro.
- Ficar em "Homestay" de brasileiros. Hospedar-se na casa de pessoas que falam bem o idioma que quer aprender pode ajudar a dar um salto na sua fluência.
- Dispensar os cursos, achando que pode aprender o idioma nas ruas. Lembre-se: não é fácil fazer amigos no exterior, especialmente amigos que tenham paciência para conversar com quem não fala bem o idioma.
- Gastar todo o dinheiro do mês na primeira semana. O país estrangeiro é uma tentação para adolescentes que se sentem livres e querem curtir os bares e casas noturnas. Lojas e bons produtos também têm grande apelo. CUIDADO com os impulsos.
-Deixar de sair para economizar. Em todos os lugares, há passeios gratuitos ou baratos. Esquivar-se do contato com a população local é um dos erros mais graves para quem pretende aprender o idioma. Portanto, aproveite e solte-se!
- Ter vergonha de falar errado. Esse é o pior dos enganos. Dominar um idioma não é tarefa fácil. É preciso ousar, tentar e insistir. Solte a língua e divirta-se com os equívocos.
Não há melhor lazer na França do que andar pelas ruas elegantes das cidades, visitar os museus ou mesmo tomar um simples café nas calçadas das ruas. Paris, considerada por muitos a mais bela cidade do mundo, oferece tudo isso e muito mais. Não faltam espetáculos de dança, exposições de arte, peças de teatro e bons cinemas. Aos domingos, é divertido visitar o bairro de Montmartre, onde fica a famosa basílica de "Sacré Coeur", sempre repleta de turistas. O legal de Montmartre é tomar um drink ou café nos bares e assistir ao vai-e-vem de turistas, artistas e boêmios que freqüentam a região. Estudantes costumam formar grupos animados e passar a tarde no local.
Também vale conhecer pequenas cidades prainas, como Biarritz, Cannes, Nice, Antibes e o principado de Mônaco. Apesar de ser um Estado independente, Mônaco é quase que uma extensão do charmoso sul da França. Por todo o país, pode-se obter informações nos "Office de Tourisme". Para estudantes com pouco dinheiro, vale ir até uma das estações de trem, pedir informações no posto de turismo e comprar um bilhete para as praias ou pequenas cidades do interior do país.
A televisão é a maior fonte de lazer dos franceses. O tempo médio de audiência é da ordem de 3 horas e 15 minutos por dia por pessoa. Há pelo menos 130 canais de televisão no país.
Os estudantes costumam ficar nas chamadas "homestays" ou em "share accomodations". Para menores de 18 anos ou brasileiros que se sintam mais seguros convivendo na rotina de uma família, sem dúvida a "homestay" é a opção mais recomendável. Neste tipo de acomodação, o estudante convive com uma família e tem direito a um quarto individual e a meia-pensão (café da manhã e jantar). É uma maneira interessante de conviver e conhecer a cultura do país, pois o estudante participa do dia-a-dia da família que, muitas vezes, os inclui em seus programas.
Já nas "share accomodations" o estudante divide o quarto ou o apartamento com outras pessoas. Este tipo de acomodação é mais recomendável para estudantes que sejam mais independentes e queiram mais liberdade, pois não terão que se adaptar a nenhuma regra familiar. É uma boa oportunidade para aprender a lidar com gastos, como contas de telefone e luz, além de cuidar dos serviços da casa e conviver com pessoas de diferentes culturas.
Ao decidir fazer um curso no exterior, o ideal é, antes mesmo do embarque, tirar uma carteira internacional de estudante. Com o documento, brasileiros podem ter descontos de até 30% do valor da passagem aérea. Para obtê-lo, basta apresentar o comprovante de matrícula no curso. Agências de intercâmbio e instituições de ensino no Brasil podem indicar os locais de expedição dessas carteiras.
Paris (capital), Marselha, Lyon, Toulouse, Nice e Bordeaux.
Estudantes estrangeiros podem trabalhar na França, mas a atividade assalariada não deve comprometer seu rendimento escolar. Desta forma, são permitidos apenas contratos em tempo parcial. Os interessados devem obter uma Autorização Provisória de Trabalho.
* As regras de permissão de trabalho mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
Por até três meses, brasileiros podem estudar na França sem visto. A partir desse período, é necessário solicitar o visto de estudante. Para a obtenção do documento, o estudante deve passar por uma entrevista no CampusFrance Brasil –órgão vinculado ao Serviço de Cooperação e de Ação Cultural da Embaixada da França.
* As regras sobre vistos mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.