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25/10/2007 - 00h01

Inglaterra

O que dizem os brasileiros que já estudaram no país

Da redação
Em São Paulo
Crislaine Coscarelli, 31, jornalista, de São Paulo (SP)
"A decisão de estudar em Londres surgiu de uma necessidade profissional aliada ao interesse de morar em uma cidade cosmopolita da Europa. Percebi que como jornalista só poderia ter melhores oportunidades se tivesse o inglês fluente. Depois do curso de inglês, me candidatei a um curso de mestrado. A viagem que serviria para cobrir uma falha no currículo, terminou com sua supervalorização."

Geraldo Nagib Zahran Filho, 26, professor universitário, de Rio de Janeiro (RJ)
"Na área de relações internacionais os programas de doutorado no Brasil ainda são muito incipientes. As instituições de ponta na área estão nos EUA e na Inglaterra. Acabei optando por esse último país porque o formato dos programas ingleses são voltados diretamente para a pesquisa."

Fabio de Oliveira Fialho, 30, doutorando em Astrofísica, de São Paulo (SP)
"Estudar no exterior foi uma oportunidade de aliar o meu desenvolvimento profissional e pessoal à minha formação. Vim à Paris para participar do desenvolvimento do satélite cientifico CoRoT, enquanto engenheiro de tratamento de dados e, ao mesmo tempo, cursar o doutorado."

Mariana de Souza, 19, bailarina, de São Paulo (SP)
"Com o fim do ensino médio e do curso de inglês, decidi buscar novas experiência e viajar para o exterior. Como o inglês estudado foi o britânico, não teria lugar melhor do que a Inglaterra para aperfeiçoar e colocar em prática esse aprendizado. Foi uma experiência maravilhosa. Se pudesse, iria todo ano."

José Augusto Pádua, 48, professor universitário, de Rio de Janeiro (RJ)
"Estudar no exterior é uma extraordinária oportunidade para aumentar a qualidade da nossa produção científica e para estabelecer contatos internacionais que depois se desdobram em projetos. Quando se trata de uma pós-graduação, a escolha do destino depende, prioritariamente, da área de pesquisa e do projeto realizado."

Paulo Rossi Menezes, 49, psiquiatra e professor universitário, de São Paulo (SP)
"A partir de uma decisão pessoal sobre perseguir a carreira acadêmica no exterior, a escolha do destino teve diversos aspectos considerados: a excelência em pesquisa do centro acadêmico em questão, a possibilidade de dedicação exclusiva e o desejo de morar em outro país."

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