Temperado, com ventos que vão principalmente em direção ao leste e com temperaturas muito instáveis durante o dia. A temperatura costuma não ultrapassar os 32ºC no verão e não é inferior a -10ºC no inverno.
Torradas com feijão enlatado, batatas com peixe (famosas "fish and chips"), rosbifes com batatas e muito chá com leite. Os brasileiros que vão à Inglaterra podem esquecer o velho arroz e feijão ou refeições com muitos vegetais ou frutas, que custam bastante caro devido ao clima do país. Uma grande variedade de restaurantes com cozinhas das mais diversas nacionalidades pode ser uma opção para ocasiões especiais, já que os preços também não são muito acessíveis.
Embaixada em Brasília
SES 801 - Conj. K - Lote 8
70200-010 - Brasília - DF
Tel.: (61) 3329-2300
Fax: (61) 3329-2369
Email contato@reinounido.org.br
Site: www.reinounido.org.br/
Embaixada do Brasil na Inglaterra
32, Green Street
London - W1K 7AT
Tel.: (020) 7399-9000
Fax: (020) 7399 9100
Email: info@brazil.org.uk
Site: http://www.brazil.org.uk
Consulado em São Paulo
Rua Ferreira Araújo, 741, 2º andar
Pinheiros
05428-002 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3094-2700
Fax: (11) 3094-2717
Email: saopaulo@gra-bretanha.org.br
Consulado no Rio de Janeiro
Praia do Flamengo 284, 2º andar
22210-030 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2555-9600
Fax: (21) 2555-9672
Email: britishconsulaterio@terra.com.br
British Council
Site: http://www.britishcouncil.org.br
Expressões como "lorde inglês" ou "pontualidade britânica" já mostram um pouco da cultura inglesa. Em relação à cultura brasileira, pode-se considerar os ingleses mais formais, como o fato de não se cumprimentarem com beijos no rosto e o uso do sobrenome para se apresentarem em determinados tipos de situação. O hábito de beber cerveja também está muito presente na cultura inglesa, principalmente em grandes cidades.
O grande número de pessoas do mundo inteiro que vão a Londres para estudar inglês ou cursos universitários faz desta cidade um grande centro cosmopolita, onde é possível conhecer muito de outras culturas, que não a inglesa. A cultura de deixar a casa dos pais ao ingressar na universidade também faz com que os jovens do país se tornem bastante independentes, trabalhando para pagar suas contas. É comum o hábito de dividir apartamentos, principalmente entre os estudantes, o que barateia os custos das despesas, além de ser uma boa oportunidade para conviver com a cultura inglesa ou de outros países.
Com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal na Inglaterra é de 1100 libras. Converta esse valor para o real.
Brasileiros interessados em estudar fora do país podem optar por levar dinheiro em papel-moeda, "travelers cheques", cartão de crédito e débito internacional ou Cartão Visa TravelMoney (cartão pré pago). A Gerente de Produto do Banco Rendimento, em São Paulo, Danielle Florestano dá algumas dicas:
- Por questões de segurança, leve apenas uma pequena quantia em dinheiro (entre 20% e 30% do valor total), o suficiente para primeiras necessidades e eventuais emergências.
- Leve a moeda local do destino. Evite comprar dólares quando o país de intercâmbio não for os EUA. Ao levar dólares à Europa para depois trocá-los por euros, por exemplo, realizam-se duas conversões monetárias, o que pode representar perdas de 5% a 10%.
- Adquira a moeda estrangeira em uma instituição credenciada junto ao Banco Central e exija o boleto de câmbio. O documento comprava onde você adquiriu a moeda.
- Os "travelers cheques" são uma opção tradicional para quem viaja ao exterior, oferecem seguro contra perda e roubo e são aceitos em milhões de estabelecimentos como dinheiro.
- Para os pais que pretendem controlar os gastos dos filhos, a melhor opção é o cartão recarregável. Pode-se, por exemplo, carregar uma quantia mensal e consultar o extrato dos gastos pela Internet (www.rendimentovtm.com.br). O Cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM) pode ser carregado em dólar ou euro e os gastos sempre realizados na moeda local do país que o estudante estiver. As compras podem ser realizadas em mais de 14 milhões de estabelecimentos credenciados e os saques nos mais de 840 mil caixas automáticos Visa Plus. Ao usar o VTM, recomenda-se programar o valor necessário para uma semana ou um mês, já que é cobrada uma taxa de US$/EUR 2,50 por saque. O mínimo para carga ou recarga é de US$/EUR 200.
- É recomendável manter os números de seus cartões e "travellers cheques" anotados em um lugar seguro para, em caso de perda, roubo ou furto, reportar a ocorrência à operadora ou banco.
- Falar em português com brasileiros. É preciso aproveitar o tempo fora para praticar o idioma estrangeiro.
- Ficar em "Homestay" de brasileiros. Hospedar-se na casa de pessoas que falam bem o idioma que quer aprender pode ajudar a dar um salto na sua fluência.
- Dispensar os cursos, achando que pode aprender o idioma nas ruas. Lembre-se: não é fácil fazer amigos no exterior, especialmente amigos que tenham paciência para conversar com quem não fala bem o idioma.
- Gastar todo o dinheiro do mês na primeira semana. O país estrangeiro é uma tentação para adolescentes que se sentem livres e querem curtir os bares e casas noturnas. Lojas e bons produtos também têm grande apelo. CUIDADO com os impulsos.
-Deixar de sair para economizar. Em todos os lugares, há passeios gratuitos ou baratos. Esquivar-se do contato com a população local é um dos erros mais graves para quem pretende aprender o idioma. Portanto, aproveite e solte-se!
- Ter vergonha de falar errado. Esse é o pior dos enganos. Dominar um idioma não é tarefa fácil. É preciso ousar, tentar e insistir. Solte a língua e divirta-se com os equívocos.
Pubs, museus, teatro, cinema e nightclubs. A vida cultural londrina é uma das mais agitadas do circuito europeu, possibilitando passeios nos mais diversos tipos de pubs e boates que costumam ter os mais diferentes estilos de música, principalmente a eletrônica. A música brasileira também faz sucesso em Londres e existe a famosa noite "batmacumba" que mistura ritmos eletrônicos com música brasileira.
Os estudantes costumam ficar nas chamadas "homestays" ou em "share accomodations". Para menores de 18 anos ou brasileiros que se sintam mais seguros convivendo na rotina de uma família, sem dúvida a "homestay" é a opção mais recomendável. Neste tipo de acomodação, o estudante convive com uma família e tem direito a um quarto individual e a meia-pensão (café da manhã e jantar). É uma maneira interessante de conviver e conhecer a cultura do país, pois o estudante participa do dia-a-dia da família que, muitas vezes, os inclui em seus programas.
Já nas "share accomodations" o estudante divide o quarto ou o apartamento com outras pessoas. Este tipo de acomodação é mais recomendável para estudantes que sejam mais independentes e queiram mais liberdade, pois não terão que se adaptar a nenhuma regra familiar. É uma boa oportunidade para aprender a lidar com gastos, como contas de telefone e luz, além de cuidar dos serviços da casa e conviver com pessoas de diferentes culturas.
Ao decidir fazer um curso no exterior, o ideal é, antes mesmo do embarque, tirar uma carteira internacional de estudante. Com o documento, brasileiros podem ter descontos de até 30% do valor da passagem aérea. Para obtê-lo, basta apresentar o comprovante de matrícula no curso. Agências de intercâmbio e instituições de ensino no Brasil podem indicar os locais de expedição dessas carteiras.
Londres, Cambridge, Liverpool, Birmingham, Manchester, Brighton, Newcastle e Nottingham.
Com o visto de estudante, estrangeiros recebem permissão para trabalhar meio expediente durante o período letivo e em expediente integral durante as férias escolares.
*As regras de permissão de trabalho mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
Brasileiros que desejam estudar no Reino Unido (Inglaterra, País de Gales, Irlanda do Norte e Escócia) por menos de seis meses sem a intenção de trabalhar poderão viajar sem a necessidade de solicitar um visto. Além de não ter permissão para trabalhar, os que forem admitidos nesta categoria não poderão estender seu prazo ou mudar de categoria.
Para entrar como estudante na Inglaterra, o brasileiro precisa portar os documentos relacionados ao curso, a passagem de volta para o Brasil e comprovantes de que tenha intenções de voltar para o país. Mais informações podem ser obtidas no site da Embaixada Britânica.
* As regras sobre vistos mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.