Clima do país é temperado continental, variando conforme a altitude. Em julho e agosto, a temperatura diurna oscila entre 18ºC e 28°C. Em janeiro e fevereiro, esfria bastante, variando de -2ºC a 7ºC. As temperaturas podem ser mais baixas nas montanhas. De um modo geral, não faz calor ou umidade em excesso. A Suíça tem clima mais suave ao sul devido à vegetação subtropical.
Queijos, pães e batatas são a base da culinária Suíça. Além dos tradicionais fondues de queijo e de chocolate, tem também a polenta, a raclette (prato composto basicamente por batata e picles, também comum na Áustria) e as saladas servidos nos belos restaurantes das montanhas. A fama de que o país tem os chocolates mais deliciosos do mundo é verdadeira. Vale provar.
Embaixada em Brasília
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A Suíça apresenta grande diversidade cultural em curtas distâncias. Há cidades mais jovens e animadas, como Zurique, e outras mais nervosas, como Genebra. De um modo geral, o suíço é cordial, elegante e reservado. Nos restaurantes, dificilmente se consegue ouvir a voz dos ocupantes da mesa ao lado e, invariavelmente, as pessoas estão bem vestidas e arrumadas. Em todo o país, fala-se quatro línguas oficiais -alemão, francês, italiano e romache- por conta da influência dos países fronteiriços.
Com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal na Suíça é de 1.700 francos suíços. Converta esse valor para o real.
Brasileiros interessados em estudar fora do país podem optar por levar dinheiro em papel-moeda, "travelers cheques", cartão de crédito e débito internacional ou Cartão Visa TravelMoney (cartão pré pago). A Gerente de Produto do Banco Rendimento, em São Paulo, Danielle Florestano dá algumas dicas:
- Por questões de segurança, leve apenas uma pequena quantia em dinheiro (entre 20% e 30% do valor total), o suficiente para primeiras necessidades e eventuais emergências.
- Leve a moeda local do destino. Evite comprar dólares quando o país de intercâmbio não for os EUA. Ao levar dólares à Europa para depois trocá-los por euros, por exemplo, realizam-se duas conversões monetárias, o que pode representar perdas de 5% a 10%.
- Adquira a moeda estrangeira em uma instituição credenciada junto ao Banco Central e exija o boleto de câmbio. O documento comprava onde você adquiriu a moeda.
- Os "travelers cheques" são uma opção tradicional para quem viaja ao exterior, oferecem seguro contra perda e roubo e são aceitos em milhões de estabelecimentos como dinheiro.
- Para os pais que pretendem controlar os gastos dos filhos, a melhor opção é o cartão recarregável. Pode-se, por exemplo, carregar uma quantia mensal e consultar o extrato dos gastos pela Internet (www.rendimentovtm.com.br). O Cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM) pode ser carregado em dólar ou euro e os gastos sempre realizados na moeda local do país que o estudante estiver. As compras podem ser realizadas em mais de 14 milhões de estabelecimentos credenciados e os saques nos mais de 840 mil caixas automáticos Visa Plus. Ao usar o VTM, recomenda-se programar o valor necessário para uma semana ou um mês, já que é cobrada uma taxa de US$/EUR 2,50 por saque. O mínimo para carga ou recarga é de US$/EUR 200.
- É recomendável manter os números de seus cartões e "travellers cheques" anotados em um lugar seguro para, em caso de perda, roubo ou furto, reportar a ocorrência à operadora ou banco.
- Falar em português com brasileiros. É preciso aproveitar o tempo fora para praticar o idioma estrangeiro.
- Ficar em "Homestay" de brasileiros. Hospedar-se na casa de pessoas que falam bem o idioma que quer aprender pode ajudar a dar um salto na sua fluência.
- Dispensar os cursos, achando que pode aprender o idioma nas ruas. Lembre-se: não é fácil fazer amigos no exterior, especialmente amigos que tenham paciência para conversar com quem não fala bem o idioma.
- Gastar todo o dinheiro do mês na primeira semana. O país estrangeiro é uma tentação para adolescentes que se sentem livres e querem curtir os bares e casas noturnas. Lojas e bons produtos também têm grande apelo. CUIDADO com os impulsos.
-Deixar de sair para economizar. Em todos os lugares, há passeios gratuitos ou baratos. Esquivar-se do contato com a população local é um dos erros mais graves para quem pretende aprender o idioma. Portanto, aproveite e solte-se!
- Ter vergonha de falar errado. Esse é o pior dos enganos. Dominar um idioma não é tarefa fácil. É preciso ousar, tentar e insistir. Solte a língua e divirta-se com os equívocos.
Mesmo quem não gosta de frio se encanta com a Suíça. O país é pródigo em cenários montanhosos e românticos. No total, são 48 picos com mais de quatro mil metros de altitude. Vale visitar a encantadora LuVinte Quilômetros, distância que separa os vinhedos do Vale do Rhône da neve que cobre o Monte Jungfraujoch. Outro programa imperdível é o festival de jazz de Montreaux - cidade bucólica que fica às margens do Lac Léman. O evento acontece em julho e reúne celebridades do mundo inteiro.
Os estudantes costumam ficar nas chamadas "homestays" ou em "share accomodations". Para menores de 18 anos ou brasileiros que se sintam mais seguros convivendo na rotina de uma família, sem dúvida a "homestay" é a opção mais recomendável. Neste tipo de acomodação, o estudante convive com uma família e tem direito a um quarto individual e a meia-pensão (café da manhã e jantar). É uma maneira interessante de conviver e conhecer a cultura do país, pois o estudante participa do dia-a-dia da família que, muitas vezes, os inclui em seus programas.
Já nas "share accomodations" o estudante divide o quarto ou o apartamento com outras pessoas. Este tipo de acomodação é mais recomendável para estudantes que sejam mais independentes e queiram mais liberdade, pois não terão que se adaptar a nenhuma regra familiar. É uma boa oportunidade para aprender a lidar com gastos, como contas de telefone e luz, além de cuidar dos serviços da casa e conviver com pessoas de diferentes culturas.
Ao decidir fazer um curso no exterior, o ideal é, antes mesmo do embarque, tirar uma carteira internacional de estudante. Com o documento, brasileiros podem ter descontos de até 30% do valor da passagem aérea. Para obtê-lo, basta apresentar o comprovante de matrícula no curso. Agências de intercâmbio e instituições de ensino no Brasil podem indicar os locais de expedição dessas carteiras.
Berna (capital), Zurique, Genebra, Montreaux, Basiléia e Lausanne
O governo suíço não permite que estrangeiros com visto de estudante exerçam qualquer atividade remunerada no país. Aqueles que desrespeitarem as regras de migração, trabalhando clandestinamente, estarão sujeitos a todas às punições previstas pela lei da Suíça, incluindo a deportação para seu país de origem.
*As regras sobre permissão de trabalho mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.
Por até 90 dias, brasileiros podem estudar na Suíça sem visto. A partir desse período, é necessário obter o visto de estudante. Neste caso, o interessado será submetido a um teste oral, realizado pelo Consulado Geral da Suíça, com o objetivo de avaliar seus conhecimentos em um dos seguintes idiomas: francês, alemão, italiano ou inglês. Estudantes de idioma estão dispensados deste exame.
* As regras de vistos mudam com freqüência. Verifique-as com o consulado mais próximo, antes de programar a viagem.