Veja lista de escolas credenciadas pelo Conselho BritânicoÉ de Millôr Fernandes a frase: "Só me considerarei bom conhecedor de inglês no dia em que deixar de puxar as portas em que está escrito push". O idioma já conquistou tal importância que nos dias de hoje dá até para dizer que quem não fala inglês, fica do lado de fora da porta.
Aprender o idioma em países onde o inglês é nativo é, sem dúvida, a mais rápida e eficiente opção, já que o contato com a língua é integral. As opções de países são muitas, mas estudar inglês no Reino Unido (nação formada por quatro países: Inglaterra, Escócia, Irlanda e País de Gales) ainda é um privilégio.
 Vista de Londres, cidade preferida dos estudantes que vão ao Reino Unido |
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"O reino Unido é um dos mais dinâmicos pólos culturais do mundo", explica o gerente de promoção de educação para o Brasil, do Conselho Britânico, Rodrigo Gaspar.
Para orientar os interessados em estudar na região, em 1982, o
Conselho Britânico criou, junto com a associação
English UK , uma espécie de credenciamento que estabelece
padrões educacionais, como o número de alunos em sala de aula, qualificação dos professores e orientação acadêmica; existem mais de 400
escolas credenciadas em todo o Reino Unido. "A idéia é evitar que seu investimento se perca em empresas pouco profissionais", disse Gaspar.
Os preços dos cursos no Reino Unido variam bastante, mas uma semana de aulas de inglês em uma das escolas credenciadas custa, em média, entre 150 e 200 libras. Além disso, o estudante deve considerar despesas com acomodação e passagem.
InglaterraA Inglaterra é o destino mais procurado por estudantes estrangeiros e dentro do país você tem diversas opções para escolher onde prefere passar este tempo.
Em Londres, a vida é mais frenética e com tantos estrangeiros por todos os lados, o estudante acaba aprendendo e usando mais gírias ou encontrando outras opções para se virar sem falar inglês. Além disso, a capital londrina acaba sendo a opção mais cara. "Os cursos não são mais caros, mas o custo de vida; moradia e manutenção são mais caros como em toda cidade grande", lembra Gaspar.
A cidade de Londres é dividida em zonas, então se a opção for ficar na capital, uma boa dica é procurar uma escola que seja afastada do centro da cidade (ou da zona 1) onde o estudante poderá encontrar lugares um pouco mais baratos para viver. O sistema de transporte público é extremamente eficiente - tanto o metrô (lá, underground) quanto os ônibus - e o aluno estrangeiro não encontrará dificuldades para se locomover.
Os metrôs param à meia-noite, mas há ônibus 24 horas por dia.
Mas viver fora do agito londrino também pode ser uma escolha muito interessante, segundo Gaspar. A vida fora da capital é mais tranqüila e o estudante terá a chance de aprender e praticar um inglês mais tradicional.
As regiões litorâneas, por exemplo, têm cidades bastante atrativas e ótimas escolas. "O estudante consegue dividir muito melhor o senso comunitário, fazer parte da sociedade local e ter maior convivência com os moradores.", avalia.
Viver por algum tempo fora, seja qual for o projeto, pode além de melhorar a fluência no idioma, trazer um enorme enriquecimento cultural e pessoal, ajudar a abrir a mente e aumentar o "networking".
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