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Ciências

Nosso cérebro e os cinco sentidos

Cristina Faganeli Braun Seixas*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

Objetivos


1. Conhecer a importância dos órgãos dos sentidos para nossa sobrevivência.

2. Associar os sentidos à percepção do ambiente em que estamos inseridos e dos perigos que nos cercam.

3. Identificar os órgãos dos sentidos e seu funcionamento.

4. Relacionar os sentidos ao cérebro.

Introdução


Os seres humanos têm cinco sentidos: audição, olfato, tato, paladar e visão. Eles nos garantem a percepção do ambiente em que estamos inseridos, reconhecendo tudo que está ao nosso redor, identificando se algo oferece ou não perigo à nossa sobrevivência.

A visão nos permite distinguir pessoas, objetos, formas, cores e muito mais. Por meio do tato, pegamos um objeto, sentimos como é sua textura, temperatura, etc. O paladar garante que percebamos os diferentes sabores e se o alimento está estragado, assegurando nossa saúde. O olfato permite que as partículas dispersas no ar sejam captadas e levadas ao cérebro, reconhecendo os diferentes odores. Pela audição captamos os sons, que passam através do nosso tímpano e chegam até o ouvido interno e, depois, ao cérebro.

Para que os sentidos exerçam suas funções é necessário que as informações captadas cheguem ao cérebro, pois é ele quem decodifica e interpreta os dados.

Materiais


1. Texto: Órgãos do sentido.

2. De 20 a 25 figuras dos órgãos dos sentidos, em folha A3. Essas figuras deverão conter todas as partes de cada órgão, devidamente identificadas e nomeadas.

3. Dez figuras do cérebro em A3, demarcando as regiões onde são interpretados os cinco sentidos.

Estratégias


1. Introduzir o tema por meio da leitura do texto (que pode ocorrer de forma coletiva).

2. Organizar os alunos em trios.

3. Pedir para que escolham, inicialmente, duas figuras dos órgãos dos sentidos, discutindo o percurso das informações, desde que elas são capturadas na realidade até chegarem ao cérebro.

4. Registrar no caderno os percursos discutidos.

5. Realizar o mesmo procedimento com os outros órgãos dos sentidos.

6. Assegurar o conteúdo, solicitando que alguns grupos realizem a apresentação de seus registros. O professor deve fazer intervenções, quando necessário.

7. Entregar a figura do cérebro aos grupos, a fim de eles conheçam as diferentes regiões cerebrais e sua relação com os sentidos.

Dica


a) Seria interessante que os alunos pudessem assistir ao filme A pessoa é para o que nasce, de Roberto Berliner.

b) O plano é adequado para os alunos do Ensino Fundamental (8o ano, 7 a série), mas também pode ser utilizado na 2a série do Ensino Médio, já que o conteúdo é comum aos dois níveis.


*Cristina Faganeli Braun Seixas é bióloga e professora da Fundação Bradesco (Unidade I - Osasco).
Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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