Objetivos
1) Dissecar um peixe para observação de características da anatomia externa e interna;
2) Estimular a observação de diferentes espécies de peixes.
Comentários
A realização de uma dissecação em laboratório ou sala de aula é uma excelente opção para estimular os alunos no estudo dos peixes. A atividade prende a atenção dos estudantes e permite uma participação ativa na identificação de características morfológicas externas (como disposição e quantidade de nadadeiras, brânquias, tipos de revestimento do corpo, linha lateral) e internas (como bexiga natatória, prega espiral, órgãos da digestão e assim por diante).
Material
um peixe para cada grupo de alunos (Cada grupo poderá escolher e providenciar o seu peixe, o que possibilita a diversidade de animais, enriquecendo ainda mais a aula.);
tesoura;
bisturi;
pinça;
jornal;
diagrama com a morfologia interna de um peixe.
Instruir os alunos para comprarem o peixe numa peixaria, fresco e inteiro, na véspera da aula.
Estratégias
1) Preparar previamente o local para realização da dissecação, forrando-o com jornal e distribuindo os instrumentos a serem utilizados;
2) Comparar os peixes trazidos pelos grupos, verificando as semelhanças e diferenças entre eles;
3) Observar a morfologia externa dos peixes, verificando a ausência de pálpebras, os dentes, a língua, a organização das escamas, a linha lateral, as nadadeiras (peitoral, dorsal, caudal e anal), etc.;
4) Efetuar o corte de dissecação, observando sua localização e a maneira como é realizado (flanco lateral);
5) Observar a anatomia interna de cada peixe, comparando-a com o diagrama, a fim de identificar os órgãos internos;
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6) Depois de realizada a observação, o professor pode deixar que os alunos explorem outras partes do peixe (como o cérebro, por exemplo).
Sugestões
1) Realizar uma pesquisa a fim de verificar se existe algum criatório de peixes na região, tipo pesque-pague, ou alguma loja de aquariofilia, que permita a observação de outras espécies;
2) Desenvolver uma atividade montando um painel sobre os peixes existentes em um ecossistema previamente escolhido.
*Cristina Faganeli Braun Seixas é bióloga e professora da Fundação Bradesco (Unidade I - Osasco).
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