
Esta primeira aula será expositiva e participativa, visando trabalhar o conceito de revolução.
2) Na segunda parte da aula, apresentar aos alunos o tema, enfatizando que uma revolução social bem-sucedida resulta na subversão da ordem social, e é seguida de transformações sociais, econômicas e políticas que dão origem a uma nova ordem social. Com base nesse pressuposto teórico, o professor deve citar exemplos históricos considerados emblemáticos, como a Revolução Francesa de 1789, a Revolução Russa de 1917 e a Revolução Chinesa de 1949; entre outros casos.
3) É importante diferenciar os movimentos revolucionários de outras formas de ações coletivas, como protestos, rebeliões e revoltas sociais, que são empreendidas por pequenos grupos ou segmentos de determinada classe social. Seus objetivos, porém, não visam à transformação da sociedade como um todo e, sim, reivindicações imediatas de interesse do grupo ou segmento social em questão.
4) O professor deve também diferenciar uma revolução de um golpe de Estado. De acordo com a conceituação predominante, um golpe de Estado tem como característica básica a tomada do poder político e a derrubada do governo. Geralmente, os golpes de Estado são liderados por grupos que já fazem parte ou integram a elite governamental. Historicamente, os comandantes militares têm sido mobilizados pelos grupos políticos para conduzir o golpe a partir do uso da força militar. O golpe de Estado rompe com a ordem institucional, mas não ameaça a ordem social. Geralmente, os golpes de Estado são movimentos reacionários que objetivam bloquear o avanço dos movimentos revolucionários.
Dicionário de Política. Norberto Bobbio, Nicola Matteucci e Gianfranco Pasquino. Editora Universidade de Brasília.
Estados e revoluções sociais. Theda Skocpol. Editora Presença, Portugal.
Revolução e mudança social - 3
Por ordem alfabética
Sites e publicações