
2) Relacionar a itinerância à atividade tropeira.
3) Relacionar a conhecida receita do feijão tropeiro à itinerância.
4) Relacionar a consolidação de um mercado interno colonial à atividade tropeira.
2) Ler o item "Região Sudeste", do texto Comida também é cultura, no site Educação;
3) Ler uma receita para fazer feijão tropeiro. (Sugerimos: 500 g de feijão carioca ou roxinho; 200 g de farinha de mandioca; 200 g de toucinho de porco ou bacon; 1 concha de gordura de porco;1 colher de sal de alho; 1 cebola média em cubinhos; 5 ovos; cheiro verde a gosto; pimenta a gosto).
4) Disponibilizar o mapa da estrada, que se encontra no site do Instituto da Estrada Real para os alunos.
2) Localizar no mapa da economia colonial do século 18 os locais onde esses ingredientes poderiam ser obtidos na colônia.
3) Trabalhar com os alunos os pontos que se interligam através da Estrada Real (Distrito Diamantino, Ouro Preto como ponto de confluência dos diamantes e ouro, Parati e Rio de Janeiro como portos para escoamento das riquezas até a Metrópole).
4) Identificar a Serra da Mantiqueira, a Serra do Mar e a Serra da Bocaina, caracterizar a flora, o relevo e as condições climáticas ali existentes, e indicar as dificuldades que os tropeiros poderiam enfrentar para transpassá-las. (Esta etapa pode ser realizada em conjunto com o professor de Geografia ou como pesquisa preliminar feita pelos alunos).
5) Relacionar os ingredientes utilizados para cozinhar o feijão tropeiro à necessidade de suportar vários dias de viagem e de transportar alimentos sempre duráveis e secos (carne salgada, armazenada em gordura de porco, farinha de milho ou de mandioca, toucinho e feijão).
6) Relacionar o trempe (suporte de três pernas de madeira verde onde a panela de ferro ficava pendurada sobre o fogo, cozinhando o alimento) à itinerância tropeira.
7) A partir de um mapa da economia colonial do século 18, indicar de que maneira os tropeiros forjaram um mercado interno colonial.
8) Indicar os motivos da economia mineradora em adquirir o gado muar dos tropeiros.
*Camila Koshiba Gonçalves é mestre em história social pela USP e professora do Colégio Ítaca.
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