
2) Compreender a função da propaganda política nos anos 30;
3) Constatar a permanência do "paulistismo" no momento das comemorações do 4º Centenário da Cidade de São Paulo, cerca de duas décadas mais tarde.
2) Ler as informações sobre a simbologia do Obelisco-Mausoléu do Parque do Ibirapuera disponíveis no site da Prefeitura de São Paulo.
Carrega no nome o peso de um movimento que prescrevia a implementação de uma democracia no país, mas a participação da velha oligarquia cafeeira no movimento tornava patente o desejo de retorno ao passado federalista da 1ª. República.
A exigência de uma Constituição e da nomeação de um interventor civil e paulista para o Estado de São Paulo possibilitou a aglutinação de membros do Partido Republicano Paulista e do Partido Democrático em torno do movimento, ao mesmo tempo em que o tema da autonomia e superioridade paulistas coadunou e eletrizou a população.
Mesmo sendo tratada de maneira passageira ao longo das aulas, a Revolução Paulista pode ajudar a esclarecer as lutas entre as diversas oligarquias existentes no país, a participação dos tenentes antes e depois do golpe de 1930 e a necessidade essencial de angariar as massas sob um objetivo comum.
2) Realizar discussão a partir dos dados obtidos. Ressaltar o "paulistismo" presente na elaboração arquitetônica do monumento, no empenho do governo em construí-lo e nas comemorações do 4º. Centenário.
3) Expor algumas imagens dos cartazes utilizados pelo governo paulista para convocação da população e para angariar fundos para a guerra. Sugerimos imagens que você pode acessar clicando aqui.
4) Identificar os grupos oponentes ao longo da Revolução.
5) Destacar a impotência bélica das tropas paulistas contra as tropas oficiais.
6) Realizar atividade de fechamento retomando a estrutura autoritária da 1º. República e o ressentimento da oligarquia paulista após o golpe de 1930.
*Camila Koshiba Gonçalves é mestre em história social pela USP e professora do Colégio Ítaca.
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