
A partir dessa experiência, o desafio será construir outros desenhos com mais lados, com a condição de que seja feito somente o contorno em uma única linha fechada, com segmentos de reta, como indica a ilustração abaixo.
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Concluída essa parte da atividade, cabe perguntar para a sala se é possível medir o comprimento da linha que define o contorno ou a silhueta de tudo o que foi desenhado no caderno. A idéia é que eles escolham uma figura e proponham algum procedimento para a resolução.
Novamente, teremos o quadrado como vencedor na preferência do público, e aqui é o momento de o professor dirigir o desafio partindo da figura mais simples para as mais complexas.
Nesse percurso, explorando a régua como um instrumento de medida, retomando o conteúdo de grandezas e medidas em relação às unidades de comprimento, o professor aproveita os resultados das figuras mais simples para avisar que os alunos estão calculando o que é definido pela matemática como sendo perímetro.
Apenas definir perímetro, como sendo o resultado da medida do comprimento da linha que define o contorno de uma figura, não auxilia a assimilação desse conceito se este não estiver inserido em um problema.
b) Sugerir para os alunos reproduzirem na lousa parte dos desenhos com os resultados que foram obtidos no cálculo. Pedir para colocarem nos desenhos as medidas que foram feitas com a régua para a obtenção do resultado.
c) Pedir para os alunos reproduzirem as figuras em cartões recortando-as e colando-as na capa do caderno de matemática como forma de identificação da disciplina. Não esquecer de destacar a borda ou contorno da figura com lápis colorido escrevendo o resultado do perímetro com a mesma cor.
*Antonio Rodrigues Neto, professor de matemática no ensino fundamental e superior, é mestre em educação pela USP e autor do livro "Geometria e Estética: experiências com o jogo de xadrez" pela Editora da UNESP.
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