
2) Elaborar uma célula eucariótica comestível, reconhecendo sua organização (núcleo) e suas organelas.
3) Diferenciar a célula eucariótica animal da vegetal.
Há seres vivos que apresentam células procarióticas, como o caso dos organismos que pertencem ao Reino Monera (bactérias e cianobactérias), enquanto os organismos pertencentes aos outros Reinos (Protozoa, Fungi, Plantae e Animalia) apresentam células eucarióticas. Estas diferem quanto à organização do material nuclear e quanto às organelas citoplasmáticas.
2) Depois, os alunos devem pesquisar as respectivas funções de cada organela e quais destas são exclusivamente da célula eucariótica animal e quais as da célula eucariótica vegetal.
3) Dividir a classe em grupos de alunos, os quais podem decidir que ingredientes utilizarão para representar as estruturas das células, como o citoplasma, a membrana plasmática e as organelas. Doces podem ser utilizados: por exemplo, jujuba para representar a mitocôndria, fios de ovos para o retículo endoplasmático, etc.
4) O educador pode orientar o trabalho durante a aula e pedir para que o grupo execute sua obra em casa e a traga na aula posterior. Se a escola apresentar um espaço adequado, o trabalho pode ser executado durante a aula. Ao final, as células poderão ser saboreadas, claro.
5) É importante que os grupos façam uma legenda com os alimentos utilizados.
2) Durante ou após a degustação, o docente poderia estimular a oralidade, perguntando qual organela determinado aluno comeu, por exemplo, e pedindo para que explique sua respectiva função.
*Cristina Faganeli Braun Seixas é bióloga e professora da Fundação Bradesco (Unidade I - Osasco).
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