
2) Mostrar que há uma relação quase constante entre o número de prótons e nêutrons no núcleo atômico através dos números atômicos e de massa. Mostrar que essa relação é aproximadamente 1:1 até o elemento 20 (cálcio) e 1:1,6 nos demais;
3) Explicar que a relação muito desigual entre prótons e nêutrons dá origem a um núcleo instável e que há uma tendência natural do núcleo em se estabilizar. Levantar a hipótese de transformar um próton em nêutron e vice-versa;
4) Apresentar aos alunos as partículas alfa, beta+s (pósitron) e beta- (menos) (elétron);
5) Mostrar que um próton pode ser transformado em nêutron pela liberação de uma beta+ e que um nêutron pode se transformar em próton pela liberação de beta-. Neste momento, relembre o que acontece com os números atômicos e de massa quando alteramos o número de prótons e de nêutrons;
6) Exemplificar com equações de reações nucleares quais produtos seriam formados após os diversos tipos de emissão (alfa, beta mais, beta menos).
2) Peça que pesquisem e apresentem para a turma o resultado das seguintes questões:
2) Faça com que desvinculem a Teoria da Relatividade de Albert Einstein com radioatividade. Por mais estranho que possa parecer, a maioria das pessoas - alunos ou não - fazem essa associação.
3) Se quiser, solicite à Eletronuclear o vídeo sobre a usina de Angra (Central Termonuclear Almirante Álvaro Alberto). Basta entrar em contato com eles, enviar uma fita VHS e eles fornecem graciosamente a cópia. Vale a pena fazer com que a classe assista esse vídeo.
*Fábio Rendelucci é professor de química e física, diretor do cursinho COC-Universitário de Santos e presidente da ONG Sobreviventes.
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