
2) Reconhecer o Oriente como região intelectual e comercialmente dinâmica no período feudal;
3) Identificar as funções sociais dos mandarins e dos eunucos durante a dinastia Ming (1368-1644);
4) Comparar as embarcações chinesas e as caravelas européias.
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| A embarcação chinesa e uma caravela |
2) Ler o item "Reforma agrária e concursos públicos", disponível em China medieval";
3) Ler o item Dinastia Ming.
2) Discutir as pesquisas, indicando as funções sociais dos eunucos e dos mandarins na China Ming. Chamar a atenção dos alunos para a predominância política dos eunucos durante a Dinastia Ming.
3) Relacionar a predominância política dos eunucos à abertura chinesa para as trocas comerciais no Oceano Índico.
4) Relacionar as invenções chinesas às atividades intelectuais dos mandarins.
5) Apresentar aos alunos as características das embarcações chinesas: tamanho, funcionamento da cozinha, armazenamento de água e de alimentos, disposição dos mastros. Sugere-se assistir ao vídeo da PBS, cuja tradução livre do áudio encontra-se abaixo:
"Comparados com os navios europeus, os maiores navios chineses de fundo chato - os navios-tesouro - eram gigantescos. De comprimento superior a 130m e com largura aproximada de 50m, esses imensos navios possuíam velas de bambu e nove mastros, o que permitia aos chineses navegar utilizando ventos vindos em qualquer direção.
Na área inferior, os chineses carregavam uma imensa carga de produtos para serem comercializados, incluindo um estoque de plantas e animais vivos, que deveriam sobreviver por longo período de tempo, para que eles pudessem atingir os cantos mais remotos do mundo, como a África. O compartimento reservado para a água também poderia ser separado do resto do navio, e usado como aquário de peixes ou para lavagem durante a viagem.
Em todas as suas expedições, esses "navios-tesouro" foram acompanhados por centenas de outros navios: esquadra de defesa e navios com mantimentos para abastecimento ao longo da viagem."
6) Solicitar que os alunos façam uma pesquisa sobre as caravelas européias.
7) Comparar as caravelas com as embarcações chinesas. Como forma de fechamento da atividade, sugere-se que os alunos sejam encaminhados para fora da sala de aula, posicionando-se de acordo com o tamanho das embarcações (realizar uma proporção de acordo com o espaço disponível: 130m para as chinesas e cerca de 40m para as caravelas). Os alunos podem medir as distâncias com um barbante e colá-lo em círculo em cartaz.
2) A Rota da Seda e a presença do viajante veneziano Marco Polo também podem ser utilizadas para comentar a tradição comercial pré-existente na China antes da Dinastia Ming. Sobre a Rota da Seda, acessar China antiga (2), no site Educação de Casa.
*Camila Koshiba Gonçalves é mestre em história social pela USP e professora do Colégio Ítaca.
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