A crise do Império

Érica Alves da Silva

Introdução

O estudo do fim do regime monárquico no Brasil pode gerar diferentes análises sobre os problemas enfrentados naquele período - e que ainda produzem reflexos na história do Brasil.

Objetivos

1. Conhecer as razões externas que impulsionaram o fim do Império no Brasil.

2. Conhecer algumas das razões internas que contribuíram para a queda da monarquia: movimento republicano, conflitos do governo imperial com a Igreja e o Exército - e o movimento abolicionista.

Estratégias

1. Desenvolva uma aula expositiva, dialogando com os alunos sobre os diversos fatores que levaram à queda da monarquia. Não aprofunde cada um dos itens, mas apenas assinale as questões mais importantes, utilizando-se, para tanto, de um mapa conceitual.

2. Divida a turma em grupos e atribua a cada um deles um dos fatos históricos que, unidos, levaram à crise do Império. Peça que, em casa, pesquisem sobre os assuntos, e tragam os resultados na aula seguinte.

3. Na aula seguinte, distribua textos sobre os fatos históricos para cada equipe, de maneira a garantir que os grupos tratem do que é realmente importante. Peça que os alunos leiam o material e estruturem os seminários.

4. Defina a ordem da apresentação dos grupos. À medida que os trabalhos forem apresentados, complemente as falas dos alunos quando necessário.

Atividades

1. Faça uma competição entre a turma. Divida os alunos em duas grandes equipes e faça perguntas sobre o conteúdo estudado. Vence a equipe que responder o maior número de perguntas corretamente. Garanta que existam representantes de todos os grupos nas duas equipes.

2. Divida a turma em novos grupos e peça que formulem mapas conceituais sobre os fatos estudados. Depois de prontos, os mapas serão expostos na classe e você organizará uma breve discussão sobre o trabalho.

3. Para estabelecer relações entre passado e presente, discuta com os alunos quais problemas atuais podem ser considerados como uma continuidade dos problemas existentes no final do Império. É importante que não sejam problemas aleatórios, mas sim questões que se relacionem efetivamente ao que foi estudado, como, por exemplo, a propriedade da terra ou o preconceito racial.

Érica Alves da Silva
é historiadora.

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