Banalização da violência

Érica Alves da Silva

Objetivos

1) Debate do que pode ser considerado um ato de violência.

2) Conceituação da palavra violência.

3) Reconhecimento da música como fonte para a construção do conhecimento histórico: análise de letra e criação de uma letra com marcação rítmica.

4) Desenvolvimento das habilidades motoras: criação da coreografia.

Estratégias

1) Para iniciar a aula, coloque na lousa todas as definições da palavra violência presentes no dicionário e peça que os alunos complementem com o que julgarem ser violência e não estiver presente.

2) Questione se a idéia de violência pode ser universal, ou se ela deve ser vista como algo cultural e muitas vezes individual. Então questione como eles acreditam que a violência está presente em suas vidas e quem eles julgam ser os maiores responsáveis por ela.

3) Coloque para a turma ouvir uma letra de música que problematize a violência. Debata as representações presentes e pergunte quais versos da letra mais chamaram atenção. Há uma letra de Gabriel, o Pensador, denominada "Bala Perdida", que traz uma série de possibilidades para o tratamento dessa questão e muitos adolescentes gostam do seu estilo musical.

4) Para finalizar o trabalho faça uma explanação em que fiquem explícitas as diferenças entre a idéia de violência em diversos contextos históricos e em várias culturas numa mesma época.

Atividades

1) Divida os alunos em grupos e peça que criem uma letra de música que aborde a violência, mas que proponha projetos ou idéias para minimizar esse problema ou mesmo acabar com ele.

2) Leve à sala de aula uma reportagem sobre algum ato de violência. Inicie mostrando apenas a imagem. Peça que os alunos criem uma chamada para esta reportagem. Então mostre a chamada original.

3) Para finalizar, peça que criem um texto que poderia acompanhar a imagem e a chamada que já conhecem. Só depois leia com a turma o texto original e deixe que coloquem suas observações sobre o fato relatado. Desta maneira as habilidades de escrita e leitura estarão sendo desenvolvidas.

Érica Alves da Silva
é historiadora.



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