
Além de achar termos equivalentes, é necessário, muitas vezes, fazer adaptações que conservem a musicalidade, o humor ou outras cracaterísticas do texto original.
Veja, por exemplo, diferentes versões para o poema de Edgar Allan Poe, "O corvo":
Versão original:
| Once
upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary, Over many a quaint and curious volume of forgotten lore – While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping, As of someone gently rapping, rapping at my chamber door. “This some visitor”, I muttered, “tapping at my chamber door – Only this and nothing more”. |
Era uma vez uma meia-noite terrível, enquanto eu refletia, fraco e cansado, |
| Sobre um estranho e curioso livro, a respeito de costumes esquecidos - |
Enquanto eu cabeceava, qause cochilando, ouvi de repente um pancadinha |
| Como se fosse alguém batendo suavemente, batendo na porta do meu quarto. |
| "Deve ser uma visita", eu murmurei, "batendo na porta do meu quarto - |
Só
isso e nada mais". |
| Em
certo dia, à hora, à hora Da meia-noite que apavora, Eu caindo de sono e exausto de fadiga, Ao pé da minha lauda antiga, De uma velha doutrina agora morta, Ia pensando, quando ouvi à porta Do meu quarto um soar devagarinho, E disse estas palavras tais: “É alguém que me bate à porta de mansinho, Há de ser isso e nada mais”. |
| Numa
meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de alguém que batia levemente a meus umbrais. “Uma visita”, eu me disse, “está batendo a meus umbrais. É só isto, e nada mais”. |
As
estrelas ao redor da lua bela longe o brilho escondem quando, plena de fulgor, mais ela se entorna cheia pela terra. |
em
torno a Silene esplêndida os astros recolhem sua forma lúcida quando plena ela mais resplende alta argêntea |
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