Ver as páginas amarelas dos catálogos telefônicos não resolve o problema na hora de escolher uma escola nova para seu filho. Optar por uma unidade próxima à sua residência ajuda, mas não é suficiente. Então, leia dicas para não errar o alvo:
● Peça à escola atual indicações de outras que sigam a mesma metodologia na região procurada;
 Não dá para escolher a escola do filho nas páginas amarelas dos catálogos telefônicos |
● Vá até a unidade indicada e analise três critérios: o sócio-relacional (mentalidade dos novos colegas e do próprio colégio), o projeto pedagógico e a escola como ambiente físico (grande ou pequena, muito espaço ao ar livre ou não etc). O último é o que causa o menor choque. Entre as crianças, priorize o primeiro. Entre adolescentes, o segundo, já que é um ciclo importante devido à proximidade do vestibular;
● Divida com a criança ou adolescente a decisão final;
● As mudanças menos traumáticas são as ocorridas depois que o aluno acabou um ciclo e está passando para outro. Por exemplo: 1ª, 5ª e 8ª séries do ensino fundamental e 1º ano do ensino médio. Além de iniciar uma nova etapa escolar, o aluno não sente tanto a mudança porque há muitos outros colegas passando pelo mesmo processo;
● Esteja convicto da opção escolhida para passar segurança à criança -- a incerteza familiar aumenta suas dúvidas e piora o processo de adaptação;
● Mudanças por motivos financeiros costumam ser mais sensíveis e geram um certo mal-estar nos pais. A melhor maneira é ser transparente -- a partir de dez anos, já dá para falar abertamente sobre o assunto com o filho;
● Se ele não consegue se adaptar, procure a escola e converse sobre isso. O próximo passo é fazer um diagnóstico: o problema é dele ou da escola? Só mude de colégio se o problema for da instituição -- muitas crianças e adolescentes usam o colégio como desculpa. Além de não ser nem um pouco educativo, isso reforça nele uma arrogância.
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