Com
passeata de professores da rede estadual de São Paulo, a região central da cidade tem 26 km de trânsito, segundo informações da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) às 17h desta sexta-feira (27).
A manifestação saiu da avenida Paulista, que tem 2,2 km de congestionamento, e desce a rua da Consolação rumo à praça da República.
É a
terceira sexta-feira consecutiva que a categoria faz o trajeto e deixa o trânsito paulistano ainda mais complicado.
No total, a cidade já tem 129 km de filas.
O sindicato de professores exige a revogação do decreto de lei 53.037/08 e
decidiu manter a greve por mais uma semana.
De acordo com as novas regras, professores temporários serão submetidos a provas anuais para serem incluídos no quadro de substitutos, e os novos contratados terão de esperar três anos para poder mudar de escola.
A Secretaria de Educação de São Paulo alega que as medidas melhorarão a qualidade do ensino, diminuindo a rotatividade de professores e avaliando os professores temporários.
Para o sindicato, as medidas prejudicam os professores e podem causar pedidos de demissões. Quanto aos temporários, os professores pedem abertura de concurso para contratá-los levando em conta o tempo em que dão aulas.
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