A Secretaria de Estado da Educação divulgou, nesta terça-feira (8), a definição para reposição de aulas perdidas por causa de
greve de professores da rede estadual de São Paulo.
O procedimento atende a
decisão do Tribunal Regional do Trabalho na última sexta-feira (4), que acertou o fim da greve desde que a Secretaria apresentasse estas normas.
As reposições de aulas deverão acontecer até 31 de outubro, em calendário definido pelas escolas. As aulas deverão ser no contra-turno (de segunda a sexta-feira), sábados ou na última semana do recesso de julho.
As diretorias de ensino têm até 17 de julho para homologar o calendário indicado pelas escolas.
Segundo a Secretaria, os professores que aderiram à greve receberão pagamento pela reposição de aulas e terão suas faltas originais anuladas, "não prejudicando benefícios como bônus, qüinqüênio e licença-prêmio".
Em nota, o órgão informou que os professores terão as faltas de junho descontadas no pagamento de agosto, e as de julho receberão desconto em setembro.
O
UOL entrou em contato com a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino do Estado de São Paulo), mas os representantes da categoria estavam em reunião.
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