Atualizada às 19h18.Em plenária realizada na tarde desta segunda-feira (25), os estudantes das três universidades públicas paulistas votaram pela desocupação da reitoria da USP (Universidade de São Paulo): eles deixaram o prédio por volta das 18h45. Cerca de cem manifestantes, a maioria estudantes, haviam entrado na reitoria nesta segunda-feira (25).
Veja fotos da ocupação-relâmpago da reitoria da USP Estudantes e funcionários durante ocupação de reitoria da USP, realizada nesta segunda-feira (25) |
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invasão se deu após a recusa da reitoria da USP em receber Claudionor Brandão, ex-funcionário da USP e membro do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), e os representantes dos estudantes em reunião que seria realizada nesta segunda-feira, junto com o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) e o Fórum das Seis (entidade que engloba representantes sindicais de professores e funcionários). No encontro seria discutida a pauta unificada das três universidades paulistas públicas.
O Sintusp não apoiou a invasão. Claudionor Brandão afirmou que os trabalhadores não defendem a ocupação da reitoria: "Se fizerem ocupação, a reitoria pode fechar as portas para as negociações". A proposta do sindicato é que a ocupação seja o último recurso a ser utilizado.
O estudante da USP Rafael Padial, que estava presente no momento da entrada dos manifestantes na reitoria, disse que quem fechou a negociação foi a reitoria. "Não permitiram a entrada da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras), de Claudionor Brandão e dos representantes estudantis".
"Num momento espontâneo de radicalização, os estudantes ocuparam a reitoria por entender que a única forma de responder seria à força", disse o estudante que afirma integrar o movimento Território Livre, da instituição.
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