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02/06/2009 - 11h48

Funcionários da USP querem unificar movimento de greve com professores de SP

Ana Okada
Em São Paulo
Os funcionários da USP (Universidade de São Paulo) querem unificar o movimento de greve com os professores estaduais de São Paulo, que têm paralisação programada para amanhã (3). A intenção é fortalecer ambas as manifestações.

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A decisão foi tomada em assembleia da categoria na manhã desta terça (2) em frente à reitoria da USP.

  • Veja fotos da ação da PM na USP
  • Imagens do piquete dos funcionários no dia 27
  • Alunos invadem reitoria; veja fotos


  • Na reunião, os manifestantes resolveram que irão bloquear a entrada principal da USP em evento que ficou denominado "Trancaço" na próxima quinta (4). "Queremos envolver outros setores no movimento", disse Magno de Carvalho, diretor de comunicação do Sintusp.

    Os grevistas votaram ainda pela manutenção da greve por tempo indeterminado e pela continuidade dos piquetes, que pretendem impedir que outros trabalhadores acessem seus locais de trabalho.

    "Se a polícia vier [ontem, a PM garantiu a reintegração de posse da reitoria], nós não vamos enfrentar, mas queremos manter os prédios fechados até o final da greve", disse Magno.

    Adesão

    Segundo o Sintusp, o sindicato dos funcionários, entre 65% e 70% dos trabalhadores estão paralisados. "Os campi de Piracicaba, Ribeirão Preto e São Carlos estão totalmente parados", diz Magno.

    Os trabalhadores listam os prédios fechados na Cidade Universitária. São eles: o bandejão central, a antiga reitoria, a Química, o Cepeusp (centro de esportes), o MAC (Museu de Arte Contemporânea), o MAE (Museu de Arqueologia e Etnologia), a creche oeste e a Coseas (Coordenadoria de Assistência Social).

    Já a assessoria de imprensa da universidade divulga índice de 10%.

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