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    • Literatura [23736]; Educação [16614];
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Romances, contos, crônicas, juvenis, infantis, históricos e biografias. Há gêneros literários para todos os gostos e público para todos eles. O UOL Educação pediu a seis escritores sugestões de títulos imperdíveis. Confira a lista dos 30 indicados. Reportagem: Carla Hosoi Montagem/Divulgação Mais

O jornalista Xico Sá, autor de livros como "Chabadabadá" e "Modos de Macho e Modinhas de Fêmea" (ed. Record, sugere sua lista de leituras para quem gosta de contos Divulgação Mais

"50 Contos de Machado de Assis" (Companhia das Letras). "Pode ser qualquer coletânea na linha "o melhor de". Indispensável principalmente para quem deseja se arriscar na arte da escrita", indica o escritor. Dentre os contos da antologia, Xico Sá recomenda especial atenção a "Uns braços" e "O homem célebre" Divulgação Mais

O vôo da madrugada (Companhia das Letras), de Sérgio Sant'anna, é outro título indicado por Xico Sá para quem gosta de contos. "Você sente a escuridão lá fora e também dentro da sua própria cabeça. Bela viagem ao fim da noite de um mestre vivo do gênero. Vivíssimo, aliás, e esperando mais uma taça para a sua outra paixão além do conto, o Fluminense." Divulgação Mais

De Marçal Aquino, a lista de Xico Sá traz "O Amor e outros objetos pontiagudos" (Geração Editorial). No entanto, ele diz, "poderia também citar, do mesmo autor, "Faroestes" e "Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios"." Divulgação Mais

"Contos Negreiros" (ed. Record), de Marcelino Freire. "O autor arregaça e atualiza temas que nos perturbam desde a Casa Grande & Senzala. O ritmo da prosa, como se fosse um canto maldito ou de banzo-blues, torna o autor ímpar na atual literatura brasileira", avalia Xico Sá Divulgação Mais

Autores como Dalton Trevisan (na foto), Luiz Villela e João Antonio são outras recomendações de Xico Sá para quem gosta de ler contos Nani Gois Mais

Os romances são indicados pelo ator e poeta Juliano Cazarré, que alcançou reconhecimento nacional com o personagem Adauto, da novela Avenida Brasil. Clássicos de autores consagrados, como Tolstoi, J.D. Salinger e Gabriel García Marquez, aparecem entre o eleitos de Cazarré, demonstrando propriedade quando o assunto é literatura imperdível Thyago Andrade/Foto Rio News Mais

"A morte de Ivan Ilitch" (ed. 34), de Lev Tolstói. O livro indicado por Juliano Cazarré conta a história da morte e da vida de um juiz respeitado, Ivan Ilitch. A obra do russo Tolstói foi publicada pela primeira vez em 1886 Divulgação Mais

Clássico, "O apanhador no campo de centeio" (Editora do Autor), de J.D.Salinger. O livro narra a experiência de um adolescente norte-americano na escola e na família a partir de seu ponto de vista. A indicação é de Juliano Cazarré Divulgação Mais

"O Velho e o Mar" (Bertrand Brasil), de Ernest Hemingway. Publicado pela primeira vez em 1952, o livro conta a história de um pescador cubano em uma luta com um peixe em alto-mar. Juliano Cazarré elegeu o título para sua lista de romances Divulgação Mais

"Cem Anos de Solidão" (Martins Fontes), de Gabriel García Márquez. O livro indicado por Juliano Cazarré se enquadra no gênero realismo fantástico. Ursula, a personagem centenária, acompanha a saga solitária da família Buendía em uma Macondo mítica Divulgação Mais

"O Estranho Caso do Cachorro Morto" (ed. Record), de Mark Haddon. O livro conta a história de um garoto autista, ótimo em matemática, que um dia decide investigar o assassinato do cachorro da vizinha Divulgação Mais

Para quem gosta de histórias de vida, o jornalista Lira Neto, autor da biografias como Getulio (Companhia das Letras), Padre Cícero (Companhia das Letras) e Maysa (Globo), indica cinco títulos biográficos Divulgação Mais

Chatô (Companhia das Letras), de Fernando Morais. "O livro que revolucionou e modernizou o gênero biográfico no Brasil. Com investigação exaustiva e texto de primeira qualidade, trata-se de uma obra-prima. Além de reconstituir a trajetória pessoal do homem mais poderoso da imprensa nacional à época, faz uma eletrizante viagem pela vida política, social e cultural do país ao longo do século 20", considera Lira Neto Divulgação Mais

De Ruy Castro, "O anjo pornográfico" (Companhia das Letras) é o título escolhido por Lira Neto. "Obra que foi a grande responsável pela redescoberta de Nelson Rodrigues pelos leitores contemporâneos. Ruy tirou do limbo o autor de 'O beijo no asfalto', recolocando-o no seu devido lugar dentro da dramaturgia e da literatura brasileira. Uma leitura apaixonada e apaixonante." Divulgação Mais

Da biblioteca internacional, Lira Neto destaca "O segredo de Joe Gould" (Companhia das Letras), escrito pelo norte-americano Joseph Mitchell. "Um dos clássicos do chamado jornalismo literário, escrito por um mestre do ofício, conta a história de vida de um boêmio errante pelos becos, bares, espeluncas e ruas de Nova York. Uma narrativa sensível e sagaz, atenta aos detalhes. E, ao mesmo tempo, fluente e enxuta", aponta Divulgação Mais

"Leila Diniz" (Companhia das Letras), de Joaquim Ferreira dos Santos. "A vida de uma mulher singular e revolucionária, contada com o estilo delicioso e irresistível de um craque do texto. O autor leva os leitores para dentro de uma época em que o exemplo jovial e solar de Leila contrastava com as sombras da repressão imposta ao país por uma odiosa ditadura militar", indica Lira Neto Divulgação Mais

"Lampião, senhor do sertão" (Edusp), de Élise Grunspan-Jasmin, é uma das biografias indicadas por Lira Neto. "A autora, em vez de tentar separar o homem do mito, o fato da lenda, escolheu o caminho mais difícil e, sem dúvida, o mais brilhante: tentar compreender a gênese e a construção do mito, a partir da reconstituição primorosa de episódios e, para além deles, lançar ao leitor a proposta desafiadora de entender o imaginário como parte indissolúvel da realidade", explica Divulgação Mais

O jornalista e escritor José Roberto Torero traz uma seleção de livros de crônicas com grandes ícones da literatura brasileira no gênero. Nelson Rodrigues, Luís Fernando Veríssimo, Rubem Braga são alguns dos autores indicados em títulos inesquecíveis Divulgação Mais

"O Melhor das Comédias da Vida Privada" (Ed. Objetiva), de Luís Fernando Verissimo. Torero indica a antologia de crônicas do gaúcho, que se tornou um clássico nos anos 90. Veríssimo reuniu nessa edição suas histórias preferidas Divulgação Mais

"200 Crônicas Escolhidas" (ed. Record), de Rubem Braga. A antologia traz textos do mestre da crônica escritos entre 1935 e 1977. A seleção foi feita por Fernando Sabino e ratificada pelo próprio autor Divulgação Mais

"À sombra das chuteiras imortais" (Companhia das Letras), de Nelson Rodrigues. Também apaixonado pelo esporte bretão, Toreiro indica essa coletânea de crônicas esportivas escritas pelo mestre Rodrigues entre os anos de 1955 e 1970 Divulgação Mais

"O Amor Acaba" (Civilização Brasileira), de Paulo Mendes Campos. O livro reúne crônicas líricas e existenciais, entre outras estão neste volume "Um homenzinho na ventania" e "O amor acaba". A recomendação é de José Roberto Torero Divulgação Mais

"Para gostar de ler - Crônicas, volume 1" (ed. Ática). A clássica coleção reúne nesta edição autores importantes como Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga Divulgação Mais

Autor de "O Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil" (ed. Leya), o jornalista Leandro Narloch sugere cinco livros para quem se interessa por história Divulgação Mais

"A Ferro e Fogo" (Companhia das Letras), de Warren Dean, conta a história da devastação da Mata Atlântica brasileira. "[O autor] conta a história do Brasil pela história das nossas florestas, sem muitas lamentações e com ótimos detalhes", afirma Leandro Narloch Divulgação Mais

"A Revolução dos Bichos" (Companhia das Letras), de George Orwell. "Excelente livro para entender e se escandalizar com as revoluções do século 20", considera Leandro Narloch Divulgação Mais

"As Seis Lições" (Instituto Ludwig von Mises), de Ludwig von Mises. "Em seis brilhantes palestras, o autor mostra como a Revolução Industrial e o capitalismo salvaram o mundo", considera Leandro Narloch Divulgação Mais

"Aprender a Viver" (Ponto de Leitura), de Luc Ferry. O livro indicado por Leandro Narloch reúne "2.000 anos de história das ideias e da filosofia", explica Divulgação Mais

"O Reino deste Mundo" (Martins Editora), do cubano Alejo Carpentier. "Não só o melhor romance histórico mas um dos melhores livros que já li. Carpentier conta a Revolução do Haiti como uma ópera bufa, com um estilo impressionante, cheio de metonímias", afirma Leandro Narloch Divulgação Mais

Entre os imperdíveis infanto-juvenis, indicados pela escritora Ana Maria Machado, estão títulos memoráveis, que continuam cativando crianças de todas as gerações. Ruth Rocha, Lygia Bojunga, Monteiro Lobato, Ziraldo aparecem nas indicações da autora, tão clássica e atual quanto os indicados Divulgação Mais

"Bisa Bia, Bisa Bel" (Salamandra), de Ana Maria Machado. O livro infanto-juvenil conta a história da relação de uma menina com sua bisavó, conhecida apenas por retrato Divulgação Mais

"A Bolsa Amarela" (Casa Lygia Bojunga), de Lygia Bojunga. Indicado por Ana Maria Machado, o infanto-juvenil conta a crise de uma garota ao ter que reprimir sua vontade de crescer, de ser garoto e de se tornar escritora Divulgação Mais

"Marcelo, Marmelo, Martelo e outras histórias" (Salamandra), de Ruth Rocha. Indicado por Ana Maria Machado, o livro traz três crianças que vivem na cidade e resolvem seus problemas de maneira muito criativa Divulgação Mais

O clássico autor Monteiro Lobato aparece na lista de Ana Maria Machado com "Reinações de Narizinho" (ed. Globo). O livro infantil reúne as primeiras histórias do Sítito do Pica-Pau Amarelo, com Pedrinho, Narizinho, a boneca Emília, Dona Benta e Tia Nastácia Divulgação Mais

De Ziraldo, Ana Maria Machado recomenda os livros do Menino Maluquinho, como "Meu Primeiro Maluquinho em Quadrinhos" (ed. Globo) Divulgação Mais

Escritores indicam 30 livros imperdíveis: romances, biografias, contos e infanto-juvenis

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