Informações sobre o álbums
  • editoria:
  • galeria:
  • link: http://educacao.uol.com.br/album/2014/03/12/confira-30-personalidades-que-foram-retratadas-nas-notas-de-dinheiro-do-brasil.htm
  • totalImagens: 31
  • fotoInicial: 1
  • imagePath:
  • baixaResolucao: 0
  • ordem: ASC
  • legendaPos:
  • timestamp: 20140312040000
    • Dinheiro [13305]; Educação [16614]; História do Brasil [52600];
Fotos

Desde a implementação do cruzeiro, no governo de Getúlio Vargas em 1942, o nome das moedas brasileiras passou por muitas mudanças: cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo, cruzeiro real e real -- vigente de 1994 até os dias de hoje. O que nunca mudou foi a tradição de homenagear personalidades importantes da história do país nas cédulas. Passaram por elas imperadores, ex-presidentes, militares, escritores, cientistas, entre outros. Conheça a seguir 30 nomes que estamparam nossas notas Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O ex-presidente Getúlio Vargas (1882-1954) foi retratado na cédula de 10 cruzeiros, entre 1942 e 1972. Quando houve a mudança para o cruzeiro novo, a nota teve, em 1967, um corte de 3 zeros, passando a valer NCr$ 0,01. No reverso, a Unidade Nacional, alegoria de autoria da American Bank Note Company Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

D. Pedro 1º (1798-1834), primeiro monarca do Império do Brasil, e "O grito do Ipiranga", quadro de Pedro Américo, representando a proclamação da Independência do Brasil, ocorrida às margens do riacho Ipiranga, nos arredores de São Paulo, na nota de 200 cruzeiros, que circulou de 1943 a 1973. O imperador estampou ainda a cédula de 5 cruzeiros, entre 1970 e 1984 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Pedro Álvares Cabral (1467-1520) representou as notas de mil cruzeiros, de 1943 a 1973, e de 1 cruzeiro novo, entre 1967 até o mesmo período. No reverso, "A Primeira Missa", quadro de Vítor Meireles, representando a primeira missa celebrada no Brasil por Frei Henrique Soares, em 1500, no ilhéu da Coroa Vermelha, situado na baía Cabrália, litoral sul do estado da Bahia. O navegador ainda estampou a cédula de 10 reais no ano 2000, em homenagem aos 500 anos do descobrimento do Brasil Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O marquês de Tamandaré (1807-1897), almirante cuja vida está estreitamente associada à história da marinha brasileira, foi retratado na nota de 1 cruzeiro entre 1944 e 1967. No reverso, há a imagem da vista da Escola Naval, instalada em 1938 na ilha de Villegaignon, próxima ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Estampando a cédula de 2 cruzeiros, entre 1944 e 1967, o retrato de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias (1802-1880), um dos mais importantes militares e estadistas do país. Na parte de trás, vista da Escola Militar de Resende, criada em 1944 para a formação dos oficiais do exército brasileiro. Localizada na cidade de Resende (RJ), em 1951 teve o nome alterado para Academia Militar das Agulhas Negras. O militar ainda representou a nota de 100 cruzeiros, de 1981 a 1987 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O retrato do Barão do Rio Branco (1845-1912), ministro das Relações Exteriores do governo do presidente Rodrigues Alves, e a tela "A Conquista do Amazonas", de Antônio Parreiras, executada entre 1906 e 1907, sob encomenda do governo do Estado do Pará, representavam a nota de 5 cruzeiros de 1944 a 1967. De 1978 a 1989, a personalidade voltou a ser homenageada na cédula de mil cruzeiros Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Na cédula de 20 cruzeiros, que circulou até 1972, Marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892), primeiro presidente do Brasil, e a tela "Proclamação da República", de Cadmo Fausto de Souza, representando a alvorada de uma nova época, na qual aparece em destaque a Constituição Republicana, ostentando a constelação do Cruzeiro do Sul. Deodoro voltou às cédulas de 1970 a 1984 na nota de 50 cruzeiros Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

A princesa Isabel (1846-1921) representou as notas de 50 cruzeiros (1944 a 1972) e 0,05 cruzeiro novo (1967 a 1972). Na parte de trás, o painel com o quadro "Lei Áurea", de autoria de Cadmo Fausto de Souza. A regente voltou às cédulas em 1981, na nota de 200 cruzeiros Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Nas notas de 100 cruzeiros, que circularam entre 1944 e 1972, e de 0,10 cruzeiro novo, de 1967 a 1972, D. Pedro 2º (1825-1891) e o painel com o quadro "Cultura Nacional", de autoria de Cadmo Fausto de Souza. O imperador ainda esteve na nota de 10 cruzeiros de 1970 a 1984 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O rei D. João 6º (1767-1826) estampou as notas de 500 cruzeiros, de 1944 a 1973, e de 0,50 cruzeiro novo, de 1967 até o mesmo período. Atrás da cédula, painel com o quadro "Abertura dos Portos", de autoria de Cadmo Fausto de Souza Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (1746-1792), representou as notas de 5 mil cruzeiros e 5 cruzeiros novos de 1963 a 1974. Na parte de trás, "Tiradentes ante o Carrasco", quadro de Rafael Falco, pintado em 1941 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Santos Dumont (1873-1932) e seu avião "14-Bis", com o qual ele realizou um voo mecânico reconhecido oficialmente como o primeiro da história, foram estampados na nota de 10 mil cruzeiros, entre 1966 e 1975. Até o mesmo ano, o aeronauta ainda foi homenageado na nota de 10 cruzeiros novos Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O ex-presidente Floriano Peixoto (1839-1895) na nota de cem cruzeiros. No reverso, vista do Congresso Nacional, em Brasília (DF), obra projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A cédula ficou em circulação entre 1970 e 1987 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O primeiro presidente do período da ditadura militar no Brasil, Castello Branco (1897-1967), representou a nota de 5 mil cruzeiros entre 1981 e 1989. No reverso, painel representando o desenvolvimento do país no campo da energia hidrelétrica e das telecomunicações Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O retrato de Rui Barbosa de Oliveira (1849-1923), jurista, político, diplomata, escritor e filólogo brasileiro, tendo à esquerda composição representativa de sua mesa de trabalho, esteve na nota de 10 mil cruzeiros. Atrás, o homenageado discursando na Segunda Conferência da Paz, realizada em Haia em 1907. A cédula circulou no período de 1984 a 1990. Até o mesmo ano, Barbosa estampou a nota de 10 cruzados Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Oswaldo Cruz (1872-1917), pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil, esteve na nota de 50 mil cruzeiros entre 1984 e 1990. No reverso, vista do edifício principal do "Instituto Oswaldo Cruz", no Rio de Janeiro, construído pelo homenageado. Cruz também esteve na nota de 50 cruzados Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Retrato de Juscelino Kubitschek de Oliveira (1902-1976), ladeado por composições representando realizações de seu governo (energia elétrica, transportes, agricultura) e composição que representa, em primeiro plano, os prédios que compõem o Congresso Nacional, tendo como fundo, à esquerda, o "Catetinho" e à direita, vista do Palácio da Alvorada. A homenagem representou a nota de cem mil cruzeiros entre 1985 e 1990. O ex-presidente também retratou a nota de 100 cruzados Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Acima, a imagem Heitor Villa-Lobos (1887-1959), maestro e compositor brasileiro, ladeada por representação de vitórias-régias, em alusão à Amazônia. No verso, ao fundo, vista de uma floresta brasileira, fonte de inspiração permanente do artista, baseada em gravura do pintor alemão Johann Moritz Rugendas. A homenagem esteve na nota de 500 cruzados entre 1986 e 1990 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Machado de Assis (1839-1908) foi retratado na nota de mil cruzados. Na frente da cédula, o escritor e o emblema da Academia Brasileira de Letras; no reverso, estampa representativa da rua Primeiro de Março, no Rio de Janeiro (antiga Rua Direita), baseada em foto de 1905. A nota circulou entre 1987 e 1990. Machado ainda esteve na nota de 1 cruzado novo Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Na cédula de 5 mil cruzados, o pintor Cândido Portinari (1903-1962) e uma gravura com trecho final do painel épico "Tiradentes", concluído em 1949. Na parte de trás, à esquerda, gravura baseada em foto que mostra Portinari desenhando o painel "Baianas". À direita, outra gravura lembra elementos do painel "Paz", que evoca cenas da infância do artista em Brodósqui (SP). A nota ficou em circulação no período de 1988 a 1990. Portinari foi homenageado também na cédula de 5 cruzados novos Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Retratado na nota de dez mil cruzados que circulou entre 1988 e 1990, o médico sanitarista, cientista e bacteriologista Carlos Chagas (1879-1934) e uma gravura representando o esquema clássico do ciclo evolutivo do protozoário "Trypanosoma cruzi". Chagas ainda estampou a nota de 10 cruzados novos Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Na cédula de 50 cruzados novos, efígie de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), aparecendo, ao fundo, o casario e as montanhas de Itabira (MG), cidade natal do escritor. Na parte de trás, à direita da gravura, estão reproduzidos os versos do poema "Canção Amiga". A nota circulou entre 1989 e 1992. Drummond ainda estampou a cédula de 50 cruzeiros, de 1990 a 1992 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Cecília Meireles (1901-1964) é homenageada na cédula de 100 cruzados novos que circulou entre 1989 e 1992. Na parte de trás da nota, uma gravura, à esquerda, representa o universo da criança, suas fantasias e o momento da aprendizagem. O painel é completado, à direita, com a reprodução de desenhos feitos pela escritora, representativos de seus estudos e pesquisas sobre folclore, músicas e danças populares. Meireles esteve ainda na nota de 100 cruzeiros, entre 1990 e 1992 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Efígie do cientista Augusto Ruschi (1915-1986), ladeada por alegorias de flora e fauna, destacando-se uma representação da "Cattleya labiata warneri", orquídea que, com dezenas de variedades, é a mais típica do Espírito Santo e a maior flor do gênero no Brasil. No reverso, Ruschi examinando orquídeas, aparecendo em destaque a figura de um beija-flor. A cédula, de 500 cruzados novos, circulou de 1990 a 1994. O naturalista ainda foi representado na nota de 500 cruzeiros, no mesmo período Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958) foi retratado na nota de mil cruzeiros, entre 1990 e 1994. Na cédula, à esquerda, há uma gravura em que aparece uma estação telegráfica pioneira, além da representação de uma floresta e de mapa com contornos do Brasil e da América do Sul. No reverso, casal de índios carajás, ladeado pela representação de alimentos e de uma habitação nhambiquara Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O compositor Antônio Carlos Gomes (1836-1896) estampou a nota de 5 mil cruzeiros junto com três figuras que fazem parte do monumento existente junto ao Teatro Municipal de São Paulo. Elas representam "O Guarani", "Salvador Rosa" e "O Escravo", três de suas mais importantes óperas. Na parte de trás da cédula, que circulou entre 1990 e 1994, há ainda um piano que pertenceu a Gomes Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

O cientista Vital Brazil (1865-1950) também foi homenageado em cédulas brasileiras. Sua imagem junto com uma gravura que representa cena clássica de extração do veneno, tarefa básica para a produção de soros, esteve presente na nota de 10 mil cruzeiros de 1991 a 1994. Atrás, painel calcográfico mostrando um antigo serpentário, com destaque para a cena de uma cobra muçurana devorando uma jararaca Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Na nota de 50 mil cruzeiros que circulou entre 1991 e 1994, o historiador, antropólogo, advogado e jornalista Luís da Câmara Cascudo (1898-1986) foi representado junto com uma cena de jangadeiros. Na parte de trás, homenagem ao "Bumba-meu-boi", bailado popular do folclore brasileiro. Cascudo também estampou a nota de 50 cruzeiros reais, de 1993 a 1994 Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Mário de Andrade (1893-1945), com um desenho inspirado em fotografia de sua autoria, intitulada "Sombra Minha", e o último verso do conhecido poema "Eu sou trezentos...". A homenagem esteve presente nas notas de 500 mil cruzeiros e de 500 cruzeiros reais (1993 a 1994). No reverso, cena representando o escritor conversando com crianças, ladeada por prédios que simbolizam o crescimento vertiginoso da cidade de São Paulo Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Na cédula de mil cruzeiros reais de 1993 a 1994, o retrato do educador brasileiro Anísio Spínola Teixeira (1900-1971), tendo à esquerda vista parcial da Escola Parque, integrante do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, projeto do arquiteto e engenheiro Diógenes Rebouças, sob orientação do próprio Anísio. Atrás, cena alegórica referente à proposta de ensino levada a efeito pela Escola Parque, cujo fundamento e método defendem a educação como processo constante de reorganização e reconstrução de experiências Arte/UOL/Banco Central do Brasil Mais

Confira 30 personalidades que foram retratadas nas notas de dinheiro do Brasil

Mais álbuns de UOL Educação x

Últimos álbuns de Educação

UOL Cursos Online

Todos os cursos