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    • Educação [16614];
Fotos

AULA DE CALIGRAFIA -- Não faz muito tempo, era importante ter uma letra bonita (ainda é para quem precisa redigir redação de vestibular, né?). A gente passava aulas inteiras completando o caderno de caligrafia. Infelizmente, para muita gente essas aulas não tiveram o resultado esperado. Obrigada por existir, computador Marisa Cauduro/Folhapress Mais

TRABALHOS E PROVAS ESCRITOS À MÃO - Muitos estudantes hoje não devem conhecer a memorável folha de papel almaço. Trata-se de uma folha dupla de papel cheia de linhas que os estudantes costumavam usar para fazer trabalhos e provas. No caso de atividades em grupo, um elemento era escolhido (geralmente o que tinha a letra mais bonita) para gastar as mãos escrevendo nas folhas de papel pautado. Nesse caso, dava muito trabalho errar ou mudar de ideia. No passado, nada de CTRL+C e CLRT+V Fernando Donasci/UOL Mais

USAR PAPEL VEGETAL PARA COPIAR MAPAS - Se escrever o trabalho todo à mão dava trabalho, imagina quando era de geografia? Pois é, não tinha como digitalizar as imagens, então os alunos copiavam com papel vegetal ou papel de seda os mapas das enciclopédias e atlas geográficos. O tamanho era sempre um problema (a imagem era sempre maior do que a folha do caderno), mas a gente achava que era artista quando ficava pronto Vagner Magalhães/UOL Mais

UMA TECNOLOGIA CHAMADA RETROPROJETOR - Muita gente considerava aquele aparelho grande e desengonçado uma tecnologia avançada. Era uma forma de projetar o conteúdo da aula sem que o professor precisasse escrever (com giz, claro) no quadro. Dava o maior trabalho. Primeiro, os professores tinham que montar os slides e mandar imprimir o conteúdo nas transparências. Às vezes, o equipamento esquentava demais e... pifava no meio da apresentação Hugo Gallo/Folhapress Mais

TODO MUNDO QUERIA UMA BARSA - A gente vai contar uma peculiaridade: as pesquisas escolares eram feitas com base em livros. O "Google" da época era a coleção da enciclopédia Barsa. Era o sonho de muitos estudantes e o pesadelo de alguns pais --coitados, eles eram atormentados pelos "vendedores de Barsa" na porta de casa. A coleção tinha muitos livros, ocupava um espaço danando e nem todo mundo podia ter. Sendo assim, quando havia uma nova pesquisa escola, a gente corria para a biblioteca ou para a casa de algum amigo "abonado" Renato Stockler/Folha Imagem Mais

GOOGLE ERA FONTE DE TRABALHO - Quando, enfim, os primeiros trabalhos di-gi-ta-dos começaram a aparecer, ninguém sabia como fazer referência de material retirado da internet. Pode parecer absurdo agora, mas muita gente escrevia "Google", "Cadê" ou o nome de outros buscadores já esquecidos pelo tempo, como fontes dos trabalhos escolares. Dá para acreditar? Rafael Hupsel/Folha Imagem Mais

NÃO TINHA MÁQUINA DE XÉROX - Quando ainda nem existiam as máquinas de xérox, os professores (coitados!) tinham que fazer as provas nos mimeógrafos se quisessem que os alunos gastassem o tempo da cópia das questões respondendo-as. A gente pode chamar essas máquinas de avôs da impressora (2D) de hoje, mas dava mais trabalho. Primeiro era preciso fazer uma espécie de "matriz" e, a partir dela, fazer cópia por cópia. Sujava as mãos e era preciso usar muito álcool Reprodução Mais

AULA DE DATILOGRAFIA - Na era que antecedeu o computador, as crianças tinham na escola aula de datilografia para aprender a digitar com rapidez. Alguns professores, para treinar, faziam os alunos copiarem trechos de livros na máquina. Ah, e tinha que ser rápido, usar todos os dedos e aguentar o barulho de todo mundo datilografando ao mesmo tempo. Imagina que exercício delicioso... SQN Roosevelt Cassio/Folhapress Mais

AULA PARA APRENDER A USAR O COMPUTADOR -- Depois das aulas de datilografia, algumas escolas passaram a separar uma hora por semana para as aulas de informática. Nada de ficar navegando pela internet, naquele tempo a gente passava esse tempo todo para aprender a lidar com a nova máquina e com programas como word, excel, power point, paint... Brian Snyder/Reuters Mais

NADA DE TRABALHO PELO SKYPE - Na era da internet discada, não dava para discutir trabalho em sala de bate-papo online ou chat em grupo. A saída mais comum era marcar na biblioteca, na escola ou na casa de algum amigo. A última opção, é claro, não tinha muita eficácia, já que o grupo sempre arrumava algo mais divertido para fazer ;) Reprodução/Facebook Mais

BILHETINHO ESCRITO -- Nos tempos em que não existia celular na escola e aquele tijolão era coisa de rico, a gente se virava mesmo no bilhetinho. Imagina paquerar, mandar cola e falar mal do colega ou do professor sem a ajuda da tecnologia? Pois é, às vezes o bilhete caía em mãos erradas e a zoeira não tinha fim. E os bilhetes apaixonados? Alguém escrevia: "Acho que estou gostando de você. Quer namorar comigo?" Ah, era bonitinho, vai... Reprodução/vídeo Mais

TÊNIS KICHUTE - Além do uniforme obrigatório, muitos alunos tinham poucas opções de tênis para usar na escola: ou era Conga ou era Kichute. Os modelos serviam para ir para a escola ou para encarar uma partida de futebol. Há quem diga que dava um chulé danado! Será verdade? Divulgação Mais

CADA SÉRIE TINHA UMA COR DE CADERNO - Houve uma época em que os alunos não podiam escolher a cor da capa do seu caderno. O modelo era com capa dura e cada série tinha uma cor determinada pela escola. Por exemplo, todo mundo da 1ª série tinha caderno da cor amarela. Para "diferenciar", os pais encapavam os cadernos (dava o maior trabalho) e colocavam etiquetas com o nome do aluno e a disciplina (ficava uma fofura!) Divulgação Mais

AULA DE CORTE E COSTURA - A grade curricular de muitas escolas "para moças" tinha aulas de habilidades manuais. Além das disciplinas básicas da escola, elas precisavam aprender corte, costura e bordado. Já imaginou intercalar os exercícios de matemática com a confecção de uma saia nova? Divulgação Mais

O ESTOJO ERA MUITO DIFERENTE - Na época de muitas avós e avôs, o estojo era muito diferente: tinha uma caneta-tinteiro, o mata-borrão e a tinta. Como a caneta fazia muita sujeira era preciso usar o mata-borrão para limpar a tinta que ficava pelo caminho. Imagina o trabalho que isso dava... E ainda tinha que fazer uma letra bonita! Divulgação Mais

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