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Redação

Aluno:***

Idade:***

Colégio:***

6,0

A complementaridade dos opostos

Algo que faz parte do mais profundo da essência humana, o conflito, seja externo ou interno, causa, em algumas circunstâncias, polêmicas e questionamentos, que ao destrincharem [terem destrinchados suas] causas, efeitos e modos de os evitar [evitá-los] , em ordem prática, caem em ciclos [círculos] viciosos e não permitem uma visão aprofundada, que diz respeito à natureza humana mais primitiva.

Os conflitos que se incluem na esfera das divergências entre gerações, muitas vezes atrapalham ou impedem o aproveitamento de distintas visões, que têm total possibilidade de integração e aprimoramento. Por exemplo: em uma empresa é extremamente comum haver generalizações da irresponsabilidade ligada aos mais jovens versus "caretisse" ["caretice"] ligada aos mais velhos.

Em famílias vivenciamos sem excessões [exceções] tais antagonismos, sejam manifestados [manifestando-se] em maneiras de criação, comportamentos e hábitos particulares. A questão situa-se justamente no cerne do individualismo e no acreditar que a experiência vivida é o molde para o acerto geral - por parte dos que já a viveram - e na não aceitação de padrões já consolidados - por parte dos jovens.

O fato primordial, de que todos precisam ter conhecimento, é que jamais ? enquanto estivermos em [em nossa] condição humana ? se acabarão tais conflitos e defesas de opniões [opiniões] . Há necessidade e potencialidade, sim, de aprendermos a conciliar tais ditas ?contrariedades? , em prol do desenvolvimento e da busca pelo que funciona melhor.

Assim como cada nova geração, sem dúvidas, acrescenta ideias e inovações a antigas formas de pensar e agir, o próximo passo de tal aprimoramento será conciliarmos as mais variadas visões sobre certos assuntos. Há necessidade de que as discussões nos levem a patamares mais altos, englobando as divergências e existindo aproveitamento.
 

Comentário geral

A redação padece de três problemas graves: 1) a obscuridade, isto é, a dificuldade de deixar claro o que se quer dizer; 2) o subjetivismo, ou seja, a utilização de termos em sentido que o autor lhes atribui, sem que esse sentido fique claro para o leitor, 3) o generalismo, a incapacidade de especificar o que, exatamente, o autor está querendo dizer. Isso para não falar no coloquialismo, na linguagem informal que invade diversas vezes a formalidade do texto dissertativo. Por outro lado, não se pode deixar de notar que o texto tem uma estrutura dissertativo-argumentativa e que o autor tem um ponto de vista que ele sabe defender com argumentos. Há ainda alguns erros crassos de ortografia.
 

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: o primeiro parágrafo é densamente obscuro, mal se entende o que o autor quer dizer. Pior, o que ele quer dizer não parece ter muita consistência: algo profundo na essência humana impede de ver aprofundadamente a natureza humana primitiva. Em que essência e natureza humana diferem? O leitor não sabe e o autor não explica.

2) Quarto parágrafo: há várias palavras empregadas arbitrariamente ao longo do texto, mas tais ditas contrariedades se destaca, porque, a rigor, tais ditas implica que é voz geral chamar de contrariedades o conflito de gerações, o que não é verdade.

Competências avaliadas

CompetênciaNota
1.Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita.1,0
2.Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.1,5
3.Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.1,0
4.Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.1,5
5.Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.1,0
Total 6,0

Desempenho do aluno em cada competência

Nota 2,0 - Satisfatório Nota 0,5 - Fraco
Nota 1,5 - Bom Nota 0,0 - Insatisfatório
Nota 1,0 - Regular
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Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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