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Biografias

Josip Broz Tito
Presidente da Iugoslávia
de 1953 a 1980
25-5-1892, Kumrovec, Croácia
4-5-1980, Liubliana

Do Klick Educação

Mecânico de profissão e filho de croata e eslovena, durante a Primeira Guerra Mundial Tito combateu no Exército austro-húngaro e foi feito prisioneiro. Entre 1917 e 1920, fez parte do Exército Vermelho. Regressou a seu país em 1920, onde participou da formação do Partido Comunista iugoslavo e do seu sindicato. Após sua prisão, entre 1928 e 1935, adaptou-se ao poder vigente no partido e, a partir de 1937, ascendeu ao cargo de secretário geral, adotando o pseudônimo de "Tito". Liderou a resistência na Iugoslávia após a invasão do país em 1941 por tropas italianas e alemãs, combatendo simultaneamente os sérvios "chetniks" (monárquicos) de Draza Mihailovic e o regime fascista croata (ustachas) que, sob as ordens de Ante Pavelic e apoiado pela Alemanha, aspirava à criação de uma Grande Croácia. Em 1943, tornou-se general e primeiro-ministro do governo provisório. Em 1944, já era o verdadeiro líder do país, proclamando um ano mais tarde a República, da qual seria presidente de 1953 até a sua morte. Em 1971, assumiu ainda a chefia do Presidium do Estado. Na base do desenvolvimento de uma via própria para o comunismo na Iugoslávia, Tito opôs-se desde 1945 à influência soviética, chegando, em 1948, a assumir a ruptura total com Stalin. Desse momento em diante, procurou a afirmação nacional da Iugoslávia a partir de uma variante ideológica do comunismo ("o titismo"), baseada na autogestão das empresas e na descentralização. Após receber durante algum tempo apoio dos países ocidentais, depressa mostrou-se, juntamente com Nehru e Nasser, um dos representantes máximos do bloco dos não-alinhados. Com a visita de Kruchev em 1955, inscrita no processo de desestalinização da União Soviética, Tito aceitou o restabelecimento de relações com a URSS. Embora tenha conseguido em vida o equilíbrio entre os diversos interesses nacionais que conviviam na Iugoslávia, após a sua morte iniciou-se um processo de desagregação que viria a desembocar no colapso do comunismo e na guerra civil (1991).
Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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