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25/10/2007 - 00h01

Holanda

Governo mantém cerca de 650 programas educacionais para estrangeiros

Thatiana Victorelli
Da Redação, em São Paulo

Eckart Pfannkuchen/Arquivo pessoal

Eckart Pfannkuchen/Arquivo pessoal

Vista dos canais de Amsterdã, capital da Holanda e conhecido centro de estudos

Sem a mesma popularidade da França ou Espanha, a Holanda também está entre os destinos dos brasileiros que querem estudar na Europa. Apesar de o holandês ser a língua oficial, a maior parte da população fala inglês com fluência, o que, em termos práticos, pode representar uma vantagem a estudantes que queiram embarcar para o país sem conhecer seu idioma. Além do mais, grande parte dos cursos no país é oferecida em inglês.

A qualidade do sistema educacional e os incentivos do governo holandês também são grandes atrativos para os estudantes internacionais. Atualmente, o país mantém mais de 650 programas educacionais desenvolvidos especialmente para estrangeiros. Há desde cursos rápidos, que duram algumas semanas, até programas de mestrado e doutorado com duração de até quatro anos.

Os estrangeiros podem optar por estudar nas áreas de agricultura, florestas e pesca; artes e humanidades; administração e gestão comercial; educação e formação de professores; engenharia; ciências ambientais; belas artes e artes aplicadas; direito; comunicação de massas e ciências da informação; matemática e ciência de computadores; ciências médicas; biologia; serviços, turismo e lazer; ciências sociais e comportamentais; transporte e comunicações; e planejamento e arquitetura urbana e regional.

Para a maior parte dos programas, é exigida a comprovação de conhecimento da língua inglesa (com nota mínima de 550 para o Tofel ou 5,5 para o Ielts) e, de acordo com a opção do estudante, uma comprovação do curso de bacharelado e, em alguns casos, comprovação de experiência profissional.

Não é tão caro estudar na Holanda, se comparado com a Inglaterra e os Estados Unidos. A maior parte das instituições de ensino superior neerlandesas são subsidiadas. As taxas anuais variam entre US$ 2.000 e US$ 15.000. Além disso, com base nos gastos com homestay, alimentação, transporte e extras, o custo médio mensal no país é de 1.100 euros.

Brasileiros que pretendem permanecer na Holanda por até 90 dias não precisam de visto. Para ingressar no país, basta ter um passaporte válido, passagem aérea com a data de retorno confirmada e comprovação de meios financeiros. Os estrangeiros com visto de estudo não podem exercer nenhuma atividade remunerada na Holanda. Aqueles que desrespeitarem as regras de migração, trabalhando clandestinamente, estarão sujeitos a todas as punições previstas pela lei holandesa, incluindo a deportação para seu país de origem.

Atrações fora da sala
Amsterdã, a capital oficial, é um dos destinos mais procurados pelos turistas, que certamente deverão se render ao transporte mais utilizado no país: a bicicleta. A cidade oferece diversidade cultural e de monumentos históricos. Tem como principais atrações o museu de Van Gogh, a casa de Anne Frank -onde a família judia se escondeu dos nazistas alemães durante a segunda guerra- e outros museus, bares e casas noturnas.

A localização geográfica da Holanda é um aspecto bastante favorável em relação à Europa. Do aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, é possível chegar a Berlim, Londres ou Paris com apenas uma hora de vôo. A diversidade de culturas, opiniões e idéias está presente na cultura holandesa, que prega o respeito às diferenças como uma questão de integração e respeito com as minorias.

O país é cheio de canais e, em muitas de suas cidades, o transporte fluvial é um dos principais meios de exportação e importação, tendo como grande ícone o porto de Roterdã, um dos maiores do mundo. Essa é uma das razões pelas quais grande parte das empresas internacionais mantém uma base na Holanda, a exemplo da Shell, Philips, Heineken e KLM.

Veja também:
  • Depoimentos de estudantes que escolheram a Holanda como destino
  • Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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