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Enem 2014: Geografia internacional teve mais espaço, diz professor

O professor Luiz Carlos de Souza Domingues fez a prova do Enem em Ribeirão Preto (SP) - José Bonato/UOL
O professor Luiz Carlos de Souza Domingues fez a prova do Enem em Ribeirão Preto (SP) Imagem: José Bonato/UOL

José Bonato

Do UOL, em Ribeirão Preto

08/11/2014 15h55

Luiz Carlos de Souza Domingues,  professor de geografia do colégio Sabin, de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo), disse ao deixar a prova do Enem 2014 (Exame Nacional do Ensino Médio) que o nível da prova foi igual do de 2013, de média complexidade, de acordo com ele.

Água, aquífero, desmatamento e geração de energia a partir de aterros sanitários foram algumas das questões. "As questões estavam muito bem feitas. Não vi nenhum problema. Focaram mais geografia global do que nacional, diferentemente do que ocorreu em 2013."

As usinas de Belo Monte, no Pará, Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, e de Angra, de fonte nuclear, foram temas, segundo ele. As questões estavam relacionadas a desmatamentos.

Também houve uma questão sobre desemprego e imigração na Europa. "Com a crise de emprego lá, muita mão de obra qualificada está deixando o continente. Um tema atual e que está presente na mídia."

Para a vendedora Lohane Torres Lopes, 20, que já cursou farmácia e quer psicologia em faculdade particular, o vocabulário dos enunciados da prova estava difícil, embora as questões tenham sido formulada de maneira mais concisa em relação ao ano passado.

Maísa Lacerda, 17, que cursa o terceiro ano do ensino médio, concorda com Lohane. Para ela, algumas palavras usadas nas questões da prova foram "complexas". Ela não soube exemplificar. Para ela, o vocabulário prejudicou o entendimento das questões. Ela estuda no colégio Marista, em Ribeirão Preto, e faz o Enem pela primeira vez.

Maísa pretende cursar design ou arquitetura em faculdades particulares da cidade, para ficar perto da família e dos amigos.

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