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01/11/2008 - 16h55

Cristovam Buarque pede que Congresso defenda piso salarial dos professores

Da Redação*
Em São Paulo
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) pediu para que o Congresso e a sociedade realizem uma "guerra santa" para defender a lei que fixou em R$ 950 o piso salarial para os professores.

Ele manifestou sua indignação diante da ação direta de inconstitucionalidade que os governadores do Ceará, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul pediram no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a nova lei.

  • Professores fazem campanha em dez Estados para defender lei do piso
  • Câmara aprova atualização do piso nacional dos professores pelo INPC
  • Municípios reclamam de piso de R$ 950 para professores
  • Professores de 11 Estados fazem paralisação pela lei do piso
  • Lei do piso engana professor, diz Conselho Nacional de Secretários
  • Estados podem questionar constitucionalidade do piso no STF
  • Piso para professor deve elevar despesas de governos em até 40%
  • Haddad garante que não faltará verba para pagar piso de R$ 950 a professor


  • Ao discursar na sessão plenária desta última sexta-feira (31), Cristovam lembrou que a lei foi aprovada, quase por unanimidade, na Câmara dos Deputados e no Senado e, posteriormente, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Na sessão, ele afirmou que a lei é um consenso entre governo, sociedade e Congresso sobre a importância do professor e a necessidade da classe de conseguir melhores condições de trabalho. "Quem é contra deve ter aversão às crianças e desprezo pela educação, e não entende que somente através de uma melhor educação o Brasil poderá chegar ao pleno desenvolvimento que todos desejamos".

    O senador disse que terá reuniões com os integrantes das Comissões de Educação da Câmara e do Senado para criar uma frente parlamentar a favor do piso salarial dos professores. Segundo ele, é preciso que haja mobilização no Congresso para defender uma lei que foi aprovada por unanimidade.

    *As informações são da Agência Senado

    Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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