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18/05/2009 - 18h26

Reitores propõem 6,05% de reajuste; Sintusp diz que "é pouco"

Ana Okada
Em São Paulo
Atualizada em 1/6/2009, às 8h11

Os reitores das três universidades que formam o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) propuseram reajuste salarial de 6,05% aos funcionários e professores em reunião realizada nesta segunda-feira (18).

Veja fotos da greve da USP

Funcionários da USP (Universidade de São Paulo), da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) reivindicavam aumento de 17% e acréscimo de R$ 200 a todos os salários. Outra reivindicação, a readmissão de Claudionor Brandão, do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), não foi aceita pelos reitores. Da pauta unificada das insituições, foram discutidos nesta segunda apenas esses dois pontos.

Reprodução
Funcionários, estudantes e professores durante ato em frente à reitoria da USP

Para Anibal Cavali, diretor de imprensa do sindicato, o aumento está muito aquém do que era esperado: "Acreditamos que os funcionários não vão aceitar; isso [o aumento] só incentiva a entrada das outras universidades na greve", afirmou após a reunião.

Na noite desta segunda, o Fórum das Seis (Entidade que engloba representantes sindicais de professores e funcionários e estudantes) irá se reunir fazer um balanço da negociação e definir se a proposta será aceita ou não.

No dia 20, haverá reunião entre a reitora da USP, Suely Vilela, e o Sintusp, para discussão de pauta específica. Nova reunião com o Cruesp está marcada para o dia 25 de maio.

Ato em frente à reitoria

Durante a reunião de hoje, funcionários, estudantes e professores se reuniram em frente à reitoria da USP. Segundo o Sintusp, o ato, que começou às 14h, chegou a ter até mil pessoas. Devido ao calor, parte do movimento dispersou até o final da tarde, dizem os organizadores.

Por volta de 15h, segundo manifestantes, membros da reitoria teriam jogado baldes de água na área em que estavam os grevistas, o que teria levado um grupo a ir até a segunda portaria do prédio e ameaçar a entrada no local. Eles pediam a entrada de Claudionor Brandão na reunião, mas não foram atendidos.
Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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