UOL EducaçãoUOL Educação
UOL BUSCA

Últimas Notícias

10/06/2009 - 14h08

Professores da USP pedem saída da reitora

Ana Okada
Em São Paulo
A assembleia de professores da USP (Universidade de São Paulo) decidiu, no início da tarde desta quarta-feira (10), pedir a saída da reitora da instituição, Suely Vilela. A medida ocorre um dia após o conflito da PM (Polícia Militar) com estudantes, funcionários e professores.

  • Veja imagens da USP nesta manhã de quarta
  • Estudantes marcam ato para esta quarta
  • Polícia e estudantes entram em confronto no campus da USP
  • Veja imagens do conflito
  • Em nota oficial, reitoria da USP "lamenta o confronto"
  • Vice-reitor garante à comissão que PM vai sair do campus
  • Manifestantes detidos querem exame de corpo de delito
  • "Não há outra alternativa a não ser manter a PM lá", diz Serra
  • Entenda as manifestações na USP e a presença da PM no campus
  • O que você acha da intervenção da polícia na manifestação da USP?

  • A assessoria de imprensa da universidade informou que a reitora não se manifestou sobre o assunto. Até o momento, apesar de pedidos do UOL Educação, a reitora não concedeu entrevistas.

    A Adusp (Associação dos Docentes da USP) ainda deixou em aberto a reivindicação da saída da equipe de Suely Vilela. Outra reunião, a ser realizada na segunda-feira (15), às 16h, deverá definir a questão.

    Além da saída da reitora, os cerca de 200 docentes presentes na assembleia no prédio da Faculdade de História e Geografia decidiram manter a greve, iniciada no dia 5 de junho; e exigiram a retirada imediata da PM no campus.

    A nova pauta de reivindicações dos docentes da USP inclui também:
  • reabertura de negociações do Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) com o Fórum das Seis - entidade que congrega funcionários e professores da USP, da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas);
  • instituição de uma estatuinte livre, democrática e soberana;
  • eleições diretas para reitor na USP;
  • revogação da deliberação do Conselho Universitário que autoriza a reitoria a chamar a PM em casos de piquetes e ocupações.


  • "Neonazismo" na USP

    Falas de professores criticaram a omissão de colegas e alunos sobre o conflito ocorrido nesta terça-feira (9). "O mais chocante foi voltar para a letras e ver os professores aplicando provas. Não chamo de conservadores, chamo de nazistas. Neonazistas aqui não", disse a docente da letras Adma Fadul Muhana.

    Outro professor, da EACH (Escola de Artes e Ciências Humanas), Pablo Ortellado, afirmou: "O que é mais chocante, era ver que, enquanto manifestantes levavam bombas, havia gente fazendo cooper e alunos fazendo atividades de aula", disse.
    Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

    Compartilhe:

      Receba notícias

      Lição de Casa Dicionários

      Aulete

      Português

      Houaiss

      Português

      Michaelis


      Tradutor Babylon


      Intercâmbio

      Shopping UOL

      Hospedagem: UOL Host