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18/06/2009 - 08h00

Manifestantes da USP, da Unesp e da Unicamp planejam passeata na Paulista

Da Redação
Em São Paulo
Entidades ligadas a estudantes, funcionários e professores da USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) marcaram um ato na avenida Paulista, em São Paulo, a partir das 12h desta quinta (18).

Eles protestam contra a ação da PM no campus da USP que culminou com o confronto entre policiais e manifestantes no final do dia 9 de junho.

Do vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo), estudantes, funcionários e alunos das três universidades paulistas planejam seguir em passeata até o Largo São Francisco, onde se localiza a tradicional faculdade de direito da USP.

Greve e negociação

A retomada do diálogo entre reitores e associações de docentes e funcionários está marcada para a próxima segunda-feira, 22 de junho. As negociações estavam interrompidas por causa dos piquetes realizados em algumas unidades do campus Butantã da USP. Após o confronto com a PM, o Cruesp (entidade que representa os reitores) e o Fórum das Seis (entidade que aglomera associações e sindicatos de docentes e funcionários da USP, Unesp e Unicamp) optaram por voltar à mesa de discussão sobre as reivindicações da greve.

Os funcionários da USP estão em greve desde o dia 5 de maio. A presença da PM fortaleceu o movimento dos funcionários. Professores e estudantes decidiram aderir à greve no último dia 4. Os grevistas estimam mais de 50% de adesão ao movimento. A reitoria da universidade afirma que apenas a FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), a FE (Faculdade de Educação) e a ECA (Escola de Comunicações e Artes) foram afetadas com a greve.

Entidades representantes de alunos e docentes da Unicamp aderiram em massa ao movimento após o confronto com a polícia.

Confronto na USP

Estudantes e funcionários da Universidade de São Paulo (USP) e homens da Polícia Militar entraram em confronto na entrada principal do campus da Cidade Universitária (zona Oeste da capital) por volta das 17h do dia 9 de junho.

De acordo com universitários, o confronto teria começado na rua principal da USP. Estudantes informaram que policiais presentes no campus foram provocados com gritos e palavras de ordem por manifestantes. Um grupo de policiais em motocicletas viram a cena e pediram reforço. A tropa da Força Tática, então, foi acionada.

Não é possível precisar se a ação da força tática ocorreu antes ou depois de agressões de alunos. No início do confronto, universitários jogavam pedras e garrafas na direção da PM. Em resposta, a tropa jogava bombas de efeito moral e disparou balas de borracha contra os manifestantes.
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