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29/07/2009 - 22h25

Pelo menos 11,8 milhões de alunos têm aulas suspensas devido à gripe suína

Da Redação
Em São Paulo
Pelo menos 11,8 milhões de alunos tiveram a volta às aulas adiadas no segundo semestre, como medida de prevenir o contágio pela gripe suína (influenza A H1N1). A cascata de prorrogação das férias começou na sexta-feira (24), quando a rede de educação do DF (Distrito Federal) decidiu dispensar os estudantes para capacitar os professores para lidarem com a doença.

  • Veja a lista de redes e instituições que decidiram suspender as aulas devido à gripe suína

  • Nesta quarta-feira (29), mais unidades da federação suspenderam seu ano letivo. O Rio de Janeiro, com 1,5 milhão de estudantes, e o Rio Grande do Sul, com 1,2 milhão de alunos, devem retomar suas atividades em 10 e 17 de agosto respectivamente.

    QUEM ESTÁ SEM AULA
    PR - escolas particulares540 mil
    RJ - rede municipal Niterói26.500
    RJ - rede municipal Nova Iguaçu65 mil
    RJ - rede municipal Duque de Caxias92 mil
    RJ - rede municipal do Rio741 mil
    RJ - rede estadual1,5 milhão
    RJ - Uerj30 mil
    RJ - Unirio*5.200
    RJ - UFRRJ*7 mil
    RS - UFRGS30 mil
    RS - rede estadual 1,2 milhão
    SP - rede estadual5,5 milhões
    SP - rede municipal918 mil
    SP- creches capital 120 mil
    SP - Anglo8 mil
    SP - USP, Unesp e Unicamp 100 mil
    SP - Fatecs e Etecs312 mil
    SP - UFSCar 11 mil
    SP- FGV* 2 mil
    SP - Metodista* 15 mil
    SP - rede municipal Campinas**59 mil
    Distrito Federal**480 mil
    *Fonte: Censo da Educação Superior 2007** Fonte: Educacenso 2008
    O Estado de São Paulo, com cerca de 5 milhões de estudantes, havia adiado a volta às aulas em anúncio realizado na terça-feira (28), após recomendação da Secretaria Estadual da Saúde.

    Redes municipais

    Somaram-se ao rol de redes de ensino paradas, os municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, todos no Estado do RJ.

    De acordo com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, cada governo local terá autonomia para decidir quando suspender as atividades escolares é a medida adequada.

    A rede municipal de São Paulo, incluindo as creches, decidiu pelo adiamento das aulas nesta terça.

    Ensino superior

    A FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, e a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), no interior do Estado decidiram acatar a recomendação da secretaria estadual da Saúde e suspender as atividades nas próximas duas semanas, até o dia 17 de agosto. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29). Cerca de 13 mil estudantes das duas instituições terão o calendário afetado.

    A PUC-SP (Pontifícia Universidade de São Paulo) decidiu no início da noite desta quarta-feira que irá adiar o início das aulas de cursos de graduação, pós-graduação e de especialização também para o dia 17 de agosto. A maioria deles deveria iniciar no dia 10/8; as atividades que estavam em curso também estarão suspensas até o próximo dia 17. A instituição tem ao todo 35 mil alunos.

    A Universidade Metodista de São Paulo, com cerca de 15 mil graduandos, de acordo com o Censo da Educação Superior de 2007, também optou pelo adiamento do segundo semestre para o dia 17.

    Em São Paulo, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o Mackenzie (Universidade Presbiteriana Mackenzie) e as unidades das faculdades Estácio de Sá adiaram o início das aulas. Das três, apenas o Mackenzie não adotou o dia 17 como retorno: o começo das aulas de calouros foi adiado para 10 de agosto e as aulas de veteranos só começam em 12 de agosto.

    USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) já haviam anunciado o prolongamento das férias até o dia 17, na terça.

    Redes particulares

    Os sindicatos das escolas particulares do Paraná e de São Paulo também recomendaram a suspensão das atividades letivas no fim de julho e início de agosto.

    No entanto, apenas no Paraná a adesão ao adiamento foi completa. Em São Paulo, cada colégio comunica sua decisão separadamente.
    Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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