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11/03/2009 - 12h21

Cronologia: Os piores ataques a escolas nos últimos anos

Nos últimos anos, escolas e universidades foram palco de tiroteios e massacres. Eis os mais graves:

SETEMBRO DE 2008 - KAUHAJOKI, FINLÂNDIA

Matti Juhani Saari, vestido de preto e usando óculos de esqui, entra armado na Escola de Hotelaria de Kauhajoki e mata nove alunos e um professor. A seguir, ele atirou em si mesmo e morreu mais tarde no hospital. Uma semana antes, ele havia sido interrogado pela polícia, depois de ter colocado um vídeo na internet em que aparecia disparando um revólver. Ele tinha 22 anos e estudava para ser chef de cozinha.

FEVEREIRO DE 2008 - CHICAGO, ESTADOS UNIDOS

Stephen Kazmierczak, de 27 anos, abre fogo em uma sala de aula lotada na Northern Illionis University, matando cinco alunos e deixando outros 15 feridos, e se matando em seguida. Ele estava armado com três revólveres e uma espingarda, e os escondeu em um estojo de guitarra.

FEVEREIRO DE 2008 - BATON ROUGE (LOUISIANA), ESTADOS UNIDOS

Uma estudante de enfermagem de 23 anos, identificada depois como Latina Williams, mata dois colegas no Louisiana Technical College e depois se mata.

NOVEMBRO DE 2007 - TUUSULA, FINLÂNDIA

Pekka-Eric Auvinen, de 18 anos, mata sete colegas e um professor na escola secundária de Jokela, e em seguida se suicida. Antes do massacre, ele deixou um vídeo no site YouTube comemorando o fato de que ele estava prestes a realizar o ataque.

ABRIL DE 2007 - VIRGÍNIA, ESTADOS UNIDOS

No pior ataque a tiros da história americana, o estudante Cho Ceung-hu mata 32 pessoas na Universidade de Virginia Tech e se suicida. A polícia depois descobre que ele havia enviado uma mensagem em vídeo para uma emissora de televisão americana, na qual tentava justificar seus atos.

OUTUBRO DE 2006 - PARADISE (PENSILVÂNIA), ESTADOS UNIDOS

Charles Carl Roberts mata cinco meninas e deixa outras sete feridas em uma pequena escola de uma reclusa comunidade Amish na vila de Paradise. Depois de entrar na escola, ele manda os meninos e os professores saírem. Em seguida, amarra as meninas em frente a um quadro negro, atira contra elas e se suicida.

SETEMBRO DE 2006 - MONTREAL, CANADÁ

Uma mulher morre e outras 19 pessoas ficam feridas quando um homem vestido de negro e armado com três revólveres invade o Dawson College na hora do almoço. Estudantes fogem e se trancam nas salas de aula, enquanto Kimveer Gill, de 25 anos, percorre e vigia os corredores. Ele morre durante um tiroteio com policiais.

MARÇO DE 2005 - MINNESOTA, ESTADOS UNIDOS

Jeffrey Weise, de 16 anos, mata seu avô e a parceira dele antes de se encaminhar para a escola secundária Red Lake. Ali, ele mata um professor, um segurança e cinco alunos em um ataque que durou 10 minutos. A seguir, ele se suicida.

SETEMBRO DE 2004 - CARMEN DE PATAGONES, ARGENTINA

Três estudantes morrem e cinco ficam feridos quando um adolescente de 15 anos abre fogo com uma pistola em uma sala de aula em uma escola nas Ilhas Malvinas (ou Falklands). Ele é preso em seguida.

ABRIL DE 2002 - ERFURT, ALEMANHA

Um aluno expulso mata 14 professores, dois estudantes e um policial em um tiroteio na escola Gutenberg. O episódio termina com o suicídio do rapaz. Trata-se do pior incidente do tipo na Alemanha em décadas, e o então chanceler Gerhard Schröder, descreve o ocorrido como "além da força da imaginação".

ABRIL DE 1999 - DENVER (COLORADO), ESTADOS UNIDOS

Eric Harris, de 18 anos, e Dylan Klebold, de 17, matam 12 estudantes e um professor em um ataque planejado meticulosamente na escola secundária de Columbine. Usando máscaras e roupas negras, os dois tomam o controle dos corredores com revólveres e bombas caseiras. Depois, se matam.

MARÇO DE 1996 - DUNBLANE, ESCÓCIA

Thomas Hamilton mata 16 crianças com idades entre 5 e 6 anos e uma professora, durante um ataque que durou três minutos, na quadra de uma escola primária. Ele se suicida depois. O ataque provoca uma enorme reação na Grã-Bretanha e leva ao estabelecimento de leis que proíbem a venda e a posse da maioria de revólveres disponíveis no mercado do país.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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