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    • Santarém [55043]; Pará [20064];
    • UFOPA [71670]; Reuni [31270];
Fotos

A Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) foi criada em 2009, a partir de um campus da UFPA (Universidade Federal do Pará) e um campus da UFRA (Universidade Federal Rural da Amazônia), ambos em Santarém (699 km de Belém). A instituição, que faz parte do programa de expansão universitária do governo federal Reuni, tinha 3.050 alunos de graduação nos três campi da cidade até o início de 2013. Na foto, a entrada do campus Tapajós Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Na foto, vista lateral do hotel que sedia um dos três campi da Ufopa. Aberta por decreto em 2009, a Ufopa ainda não está com sua infraestrutura terminada. Para sanar o problema de maneira paleativa, a Federal do Oeste do Pará aluga salas do hotel para que 1.200 alunos ingressantes tenham as aulas do ciclo básico ali Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Na entrada do campus Boulevard, os estudantes da Ufopa passam ao lado da recepção do hotel, que ainda funciona no local. Ali são locadas 40 salas de aula, um espaço de 140 m² para biblioteca além de um auditório de 1.000 m², segundo o relatório de auditoria anual de contas feita pela CGU (Controladoria Geral da União) em julho de 2012. Há ainda espaço para uma unidade da Unip (Universidade Paulista), representação comercial e restaurante em plena atividade Cristiane Capuchinho/UOL Mais

O 1° e o 3° andar do hotel são usados pelos alunos da Ufopa, no 2° andar, no entanto, estão as salas de aula da instituição privada Unip (Universidade Paulista). No hotel estudam os 1.200 alunos de graduação que ingressam anualmente na Federal do Oeste do Pará, sem saber qual dos 36 cursos de graduação irão cursar, terão aulas do ciclo de formação interdisciplinar no campus Boulevard, em referência ao nome do aluguel em que a universidade aluga salas de aula Cristiane Capuchinho/UOL Mais

As salas de aula no campus hotel da Ufopa são improvisadas. A janela, ao lado do espaço usado para a reprodução de materiais de aula, denuncia que o local não foi projetado para receber alunos e professores. Os 1.200 alunos que ingressam anualmente na instituição assistem às aulas do ciclo de formação interdisciplinar em salas alugadas no hotel Amazônia Boulevard, que continua em funcionamento Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Na fachada do hotel em que acontecem aulas da Federal do Oeste do Pará, o único sinal de que há ensino superior é a propaganda da universidade privada que usa salas do 2° andar para seus cursos. A Ufopa aluga 40 salas do prédio e um auditório para sanar seu problema de falta de infraestrutura Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Nas paredes do prédio do hotel em que são realizadas aulas da Ufopa, alunos afixam cartazes protestando contra os problemas da faculdade: falta de professores, de laboratórios, modelo acadêmico que leva a concorrência para dentro da universidade, entre outros problemas Cristiane Capuchinho/UOL Mais

O reitor da Ufopa, José Seixas Lourenço, afirma que o problema de falta de espaço para salas de aulas e laboratórios será completamente resolvido até 2017, quando deverá estar pronto um edifício entregue em quatro etapas no campus Tapajós. A construção ainda não foi iniciada Cristiane Capuchinho/UOL Mais

O projeto, apresentado pelo reitor da Ufopa José Seixas Lourenço, mostra em roxo o edifício em quatro blocos para salas de aula e laboratórios no campus Tapajós, que deverá ficar pronto em 2017, e a biblioteca central, que ainda não tem previsão de entrega Cristiane Capuchinho/UOL Mais

No campus Rondon da Ufopa, em Santarém, um prédio ainda não acabado já tem salas de aulas e laboratórios ocupados desde janeiro pelos estudantes de licenciatura da universidade Cristiane Capuchinho/Ufopa Mais

No campus Rondon da Ufopa, em Santarém, um prédio ainda não acabado já tem salas de aulas e laboratórios ocupados desde janeiro. Ainda sem acabamento e com áreas em construção, as salas servem à demanda crescente dos estudantes que chegam. O elevador (foto) ainda não funciona. A obra, diz o reitor José Seixas Lourenço, atrasou porque a empresa contratada faliu antes da entrega Cristiane Capuchinho/UOL Mais

A rampa que leva os alunos do campus Rondon da Ufopa ao novo prédio fica constantemente molhada pela água que escorre dos aparelhos de ar-condicionado. Apesar de não estar terminado, o edifício já tem aulas e laboratórios ocupados desde janeiro. Ainda sem acabamento e com áreas em construção, as salas servem à demanda crescente dos estudantes que chegam Cristiane Capuchinho/UOL Mais

O novo prédio do campus Rondon da Ufopa já tem aulas apesar de ainda estar em construção. No último andar do prédio, os pedreiros trabalham enquanto os dois primeiros andares recebem alunos. Nos corredores não é difícil encontrar sacos de cimento e outros materiais de construção. A obra, diz o reitor José Seixas Lourenço, atrasou porque a empresa contratada faliu antes da entrega Cristiane Capuchinho/UOL Mais

A falta de laboratórios em número suficiente para acomodar alunos e professores da instituição causa situações, no mínimo, esdrúxulas. Caso emblemático é o do Laboratório de Sementes Florestais, herdado da Ufra (Universidade Federal Rural da Amazônia). No laboratório convivem --ou deveriam conviver-- quatro professores e suas pesquisas. No entanto, a pesquisa de sementes florestais não pode ser feita, pois a pesquisa com fungos, locada em uma bancada vizinha, contaminaria suas amostras Cristiane Capuchinho/UOL Mais

No Laboratório de Sementes Florestais da Ufopa, os refrigeradores comprados pela universidade não podem ser ligados pois a rede elétrica do laboratório não suporta tanta demanda energética, dizem os professores. Dos 266 professores na instituição, 130 são doutores e 127 são mestres, informações do Plano de Desenvolvimento Institucional da universidade. Apesar de quase metade do corpo docente ter o nível de titulação de líder de pesquisa, a falta de laboratórios, de espaços de estudo, de bibliografia e de material dificulta o trabalho dos pesquisadores Cristiane Capuchinho/UOL Mais

O professor Luiz Fernando de França (foto) divide uma pequena sala com outro professor no campus Rondon da Ufopa. Sem espaço para seus bolsitas, o professor orienta os alunos a pesquisarem cada um em sua casa, com seus computadores e, na maioria das vezes, usando livros dos professores Cristiane Capuchinho/UOL Mais

No campus Tapajós da Ufopa está o único prédio novo que os alunos dizem ter recebido em boas condições de uso. O prédio tem salas de aula, mas não há espaço para laboratórios Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Nas paredes do prédio novo, no campus Tapajós, alunos reclamam em cartazes da falta de laboratórios. "O curso de agronomia tem que ter prática. Não temos prática, só teoria. Não tem material para experimento, não tem fazenda, não tem viveiro, é muito difícil fazer campo", lista a estudante Julia Batista Azevedo Ferreira, do 4º semestre em agronomia Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Nas paredes do prédio de salas de aula do campus Tapajós da Ufopa, alunos protestam contra a falta de laboratórios. "Em algumas matérias, como mineralogia, deveríamos ter aulas práticas e teóricas, mas ainda estamos esperando montar o laboratório", conta Thayrinne Rodrigues, estudante do bacharelado interdisciplinar em ciências da terra Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Cartaz em prédio da Ufopa denuncia a falta de laboratórios para os cursos de farmácia e biotecnologia. O problema só deve ser completamente resolvido em 2017, quando for entregue um prédio de quatro blocos no campus Tapajós, em Santarém. Até lá, ao menos duas turmas de alunos já deverão ter se formado Cristiane Capuchinho/UOL Mais

A sala dedicada para a pesquisa no programa de Antropologia e Arqueologia da Ufopa foi conseguida "com muito custo" no campus hotel. Na sala, o único computador oferecido pela faculdade foi cedido de sua sala pelo coordenador Pedro Leal, que agora usa apenas seu equipamento pessoal Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Por não haver salas suficientes para estudo na Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), os alunos usam as áreas embaixo das árvores para suas reuniões de estudo. Na foto, cadeiras no bosque no campus Tapajós, em Santarém, aguardam os estudantes Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Por não haver salas suficientes para estudo na Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), no campus Tapajós os alunos usam as áreas embaixo das árvores para suas reuniões e para estudo Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Pendurada no campus hotel, faixa pede a homologação do estatuto da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará). Mais de três anos após sua criação, a instituição ainda não tem um estatuto. Sem o documento, alunos e professores reclamam de não haver normas para reger o cotidiano da instituição e para fazer eleições para a reitoria Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Quando foi indicado pelo MEC (Ministério da Educação) como reitor temporário da instituição, o professor José Seixas Lourenço tinha 180 dias para criar um estatuto. Seixas afirma que cumpriu o prazo, porém professores, funcionários e alunos da Ufopa pediram participação das três categorias. Um ano após a criação de um novo estatuto, o documento ainda não foi homologado, o que deve acontecer, segundo o reitor, na reunião do Conselho Universitário do dia 6 de junho Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Em cartaz no campus Boulevard, estudantes protestam contra portaria que instituía o mínimo de 12 horas aula por semana para cada docente. Segundo os docentes, a resolução infringe a LDB, que prevê o mínimo de oito horas aula, e compromete o tempo que terão para dedicar à pesquisa. "Querem tornar essa universidade uma instituição de ensino, como são as faculdades privadas", criticou o professor Aguinaldo Gomes Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Em frente ao campus Tapajós da Ufopa, em Santarém, a placa em um terreno avisa que ali devem ser construídas as instalações de um parque tecnológico da universidade Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Sem restaurante universitário dentro da Federal do Oeste do Pará, estudantes frequentam o restaurante popular da cidade para economizarem nas refeições, conta Hudson Melo, estudante e membro do DCE (Diretório Central de Estudantes). O restaurante popular fica a cerca de 20 minutos de caminhada do campus Rondon, feita, muitas vezes, sob sol forte. No dia em que a reportagem do UOL esteve no local, o termômetro ultrapassava os 30°C Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Sem restaurante universitário em nenhum dos três campi da Ufopa em Santarém, estudantes frequentam o restaurante popular municipal na hora do almoço. Ali, as refeições são servidas a R$ 2, frente aos R$ 10 mínimos cobrados por um prato feito no restaurante do campus Hotel Boulevard Amazônia Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Em frente ao campus Tapajós da Ufopa, em Santarém, a placa em um terreno avisa que ali devem ser construídas as instalações de um parque tecnológico da universidade. No entanto, o reitor José Seixas Lourenço afirmou que o espaço sediará o futuro restaurante universitário da instituição Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Alunos da Ufopa fazem reuniões e estudam em vão central de prédio no campus Tapajós. Estudantes e professores sofrem com a falta de laboratórios e salas de aula na universidade, criada em 2009. "Quando a gente topou entrar na faculdade já sabíamos que ela estava em construção", contemporiza a aluna Auriane Pimentel, do bacharelado interdisciplinar em ciências da terra Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Os imóveis da antiga Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia) hoje servem de laboratórios e áreas administrativas no campus Tapajós da Ufopa, em Santarém Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Na entrada do campus Rondon, a placa de direções ainda é do antigo campus da UFPA (Universidade Federal do Pará), ali estão concentrados os cursos de licenciatura integrada da universidade Cristiane Capuchinho/UOL Mais

No campus Rondon, um prédio novo ainda não acabado já é usado para salas de aula e laboratórios desde janeiro. No vão inferior, cadeiras e mesas tentam minimizar o problema de falta de áreas para estudo na Ufopa. Nos corredores do prédio não é difícil encontrar sacos de cimento e outros materiais de construção Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Na porta de uma das salas de aula do prédio em construção no campus Rondon, estudantes colaram uma nota de repúdio ao modelo de licenciatura adotado pela Ufopa que integra, por exemplo, história e geografia. O projeto é questionado por professores do programa. Na avaliação de alguns deles, a licenciatura em duas disciplinas não garantiria tempo para uma formação razoável em nenhuma das duas áreas Cristiane Capuchinho/UOL Mais

Alunos de Federal do Oeste do Pará têm aulas em hotel por falta de salas

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