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    • Golpe de 1964 [74193];
    • Golpe de 1964 [74193]; Ditadura militar brasileira [28025]; História do Brasil [52600];
Fotos
Multidão se reúne em frente à Catedral da Sé, na região central de São Paulo, durante a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em 19 de março de 1964. O movimento foi uma reação do clero conservador, do empresariado e da direita, em geral, contra as reformas do então presidente João Goulart (PTB). O presidente acabou deposto no dia 31 de março no golpe militar Folha Imagem Mais
O ex-presidente João Goulart (PTB), mais conhecido como Jango, deposto da Presidência da República pelo golpe militar de 1964, na Vila Militar do Rio de Janeiro Acervo Última Hora Mais
Após o golpe, o primeiro presidente do país foi o marechal Humberto de Alencar Castello Branco (Arena). Seu governo durou de 1964 a 1967. Na foto, Castello Branco é recebido por soldados que prestam continência, no ano de 1965 Folha Imagem Mais
O marechal Arthur da Costa e Silva (Arena) sucedeu Castello Branco (Arena). Na imagem, o militar aparece no Congresso Nacional, em Brasília, no dia de sua eleição indireta para a Presidência da República, em 1967. Esta foto foi capa da revista "Veja", apreendida quando foi editado o AI-5 (Ato Institucional nº 5), que suspendeu todas as liberdades democráticas e direitos constitucionais. O governo de Costa e Silva durou até 1969, quando saiu devido a problemas de saúde Roberto Stuckert/Folha Imagem Mais
Costa e Silva é afastado por motivo de saúde em 1969. Uma junta dos ministros militares assume provisoriamente o governo. A alta oficialidade das Forças Armadas escolhe o general Emílio Garrastazu Médici (Arena), à esquerda, para presidente. Na imagem, ele aparece ao lado do presidente norte-americano Richard Nixon, em visita aos EUA, em 1971. Seu governo durou de 1969 a 1974 AP Mais
O presidente Emílio Garrastazu Médici (Arena) inaugura placa de bronze marcando o início oficial da construção da rodovia Transamazônica, em Altamira, Pará, em 1970. O país experimentou um momento de desenvolvimento econômico que ficou conhecido como "o milagre brasileiro", ocorrido juntamente com a dependência de capital estrangeiro e aumento das desigualdades sociais Folha Imagem Mais
Copa do Mundo de 1970: Pelé levanta a Taça Jules Rimet conquistada no México, ao lado do presidente Emílio Garrastazu Médici (Arena). Além da conquista da Copa, no governo de Médici ocorreu um dos períodos de maior repressão e violência da ditadura Ricardo Stuckert/Folha Imagem Mais
O jornalista Vladimir Herzog é um dos símbolos da violência do Estado no período ditatorial. Na noite de 24 de outubro de 1975, o jornalista se apresentou à sede do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna), em São Paulo, para prestar esclarecimentos sobre suas ligações com o PCB (Partido Comunista Brasileiro). No dia seguinte, foi morto aos 38 anos Instituto Vladimir Herzog Mais
O general e presidente do Brasil Ernesto Geisel (Arena) recebe cumprimentos em forma de continência de militar, no Rio de Janeiro. Geisel, que governou de 1974 a 1979, assumiu a presidência prometendo um retorno à democracia por meio de um processo "gradual e seguro" Manoel Pires/Folhapress Mais
João Baptista de Oliveira Figueiredo (PDS), o último presidente do regime militar, discursa durante sua posse, em 1979, logo após receber a faixa de Ernesto Geisel (Arena), à direita. Seu governo terminou em 1985 Folhapress Mais
"Não passo a faixa e nem recebo o Sarney em Palácio". Com esta afirmação, em telefonema ao então ministro Leitão de Abreu, o presidente Figueiredo expressou, no início da madrugada do dia 15 de março de 1985, sua decisão de não participar das cerimônias da sucessão. Às 9h30, ainda como chefe do governo, ele esteve no Hospital de Base, onde Tancredo Neves (PMDB), eleito presidente, se encontrava internado Folha Imagem Mais
Comício pelas Diretas Já, movimento pelo restabelecimento das eleições diretas para a Presidência da República Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem Mais
O sucessor de Figueiredo foi escolhido indiretamente pelo Colégio Eleitoral, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Em 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheu o deputado Tancredo Neves (PMDB), na foto, como novo presidente da República Rosa Gauditano/Folha Imagem Mais
Caixão com o corpo do presidente Tancredo Neves (PMDB), coberto pela bandeira brasileira, entra no avião com destino a Brasília, em 1985. Tancredo Neves morreu e não chegou a governar o país Foto de Silvio Ferreira/Folha Imagem Mais
Numa cerimônia de apenas vinte minutos, iniciada às 10h15 no Congresso Nacional, o senador José Sarney (PMDB) foi empossado no cargo de vice-presidente da República. Em seguida, em virtude do impedimento do presidente eleito Tancredo Neves, assumiu a presidência U.Dettmar/Folha Imagem Mais

Veja fotos históricas do golpe de 1964 e da ditadura militar (1964-1985)

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