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    • Intercâmbio [30908];
Fotos

Quem faz intercâmbio cultural ou de idiomas pela primeira vez tem mais probabilidade de passar por saias justas (dos mais diversos tamanhos) em países estrangeiros. A culpada e origem das gafes cometidas sem querer são as diferenças culturais Stefan Pastorek/UOL Mais

Na hora de visitar restaurantes na Inglaterra, a regra geral é esperar à entrada até que uma "hostess" indique a mesa onde se sentar. Os menus que ficam do lado de fora do restaurante são para serem consultados - não precisa se envergonhar de olhar os preços antes de entrar Stefan Pastorek/UOL Mais

Comer ou beber nas ruas da Inglaterra é uma atitude muito criticada, especialmente se o comilão deixar um rastro de lixo e farelos pelas calçadas Stefan Pastorek/UOL Mais

Nos ônibus de Londres, é comum sentir cheiro de curry dentro dos veículos que têm como destino os bairros mais periféricos e onde moram imigrantes. Evite fazer comentários sobre o odor Stefan Pastorek/UOL Mais

Os franceses não deixam que convidados ajudem com a louça suja ou a limpeza da cozinha. É normal as pessoas nem se oferecerem para ajudar, portanto, não estranhe. Na França, é de bom tom levar uma garrafa de vinho, um queijo ou flores para os anfitriões. Pontualidade, sempre Stefan Pastorek/UOL Mais

Os franceses não costumam conversar com desconhecidos ou "puxar assunto" de forma amigável na fila do supermercado, por exemplo. Por isso, guarde sua "simpatia" e nem pense em comentar seus problemas familiares Stefan Pastorek/UOL Mais

Na França, é costume cumprimentar os funcionários das lojas ao entrar e se despedir deles ao sair, desejando-lhes um bom dia. O mesmo ocorre em elevadores: pode distribuir cumprimentos aos desconhecidos Stefan Pastorek/UOL Mais

Nos EUA, as refeições costumam ser servidas no prato e não incluem repetição. Só peça um "refil" se os demais fizerem o mesmo. E atenção: se você é convidado para um almoço ou jantar, e apareceu um amigo de última hora na sua casa, nem pense em levar o bicão junto. Não é como no Brasil onde "sempre cabe mais um". Ao contrário, pega muito mal Stefan Pastorek/UOL Mais

Raramente o norte-americano padrão abre as janelas de casa para "fazer o ar ventilar", como costumamos dizer. No inverno, usa-se muito o aquecedor. No verão, é a vez do ar condicionado, ligado no máximo Stefan Pastorek/UOL Mais

Nos EUA, os empacotadores de supermercados sempre te perguntam "plastic or paper" quando querem saber se prefere sacolas plásticas ou de papel. Não tem nada a ver com pagamento em cartão ("plastic") ou em dinheiro ("paper") Stefan Pastorek/UOL Mais

Na hora de usar o transporte público no Japão, seja gentil. Ofereça seu lugar a uma idosa ou grávida. Elas vão recusar várias vezes, como sinal de etiqueta, e você vai insistir outras mais, mas elas depois aceitam. Espere em fila e deixe primeiro que as pessoas saiam do vagão para depois entrar. Não se assuste com a quantidade de passageiros. A maioria entra sem empurrões Stefan Pastorek/UOL Mais

Os japoneses não deixam o copo dos convidados vazio quando estão confraternizando em bares ou em restaurantes. Para não sair completamente bêbado, aconselha-se deixar a bebida sempre pela metade do copo Stefan Pastorek/UOL Mais

No Japão, nunca responda "tem gente", em qualquer idioma que seja, se alguém bater na porta do banheiro. A etiqueta orienta dar uma a duas batidinhas de volta, para indicar que o banheiro está ocupado Stefan Pastorek/UOL Mais

Na Colômbia, é normal ver homens estenderem as mãos às mulheres para ajudá-las a descer do ônibus. Não estranhe Stefan Pastorek/UOL Mais

Na Colômbia, nunca se dirija aos atendentes de cafés ou mercados como "moça" ou "moço". Na Colômbia, isso é o mesmo que dizer "amante" Stefan Pastorek/UOL Mais

Os brasileiros podem se surpreender ao ver que em festas formais na Colômbia as pessoas vestem roupas brancas, como se fosse uma virada da passagem de ano brasileiro. Em algumas regiões do país, essa cor é considerada de extrema elegância. É o "preto básico", só que às avessas Stefan Pastorek/UOL Mais

Guia de intercâmbio: veja como evitar gafes no cotidiano de outros países

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