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Fotos

A rotina acadêmica costuma ser puxada, porém enriquecedora. A bolsa de estudo cobre as necessidades básicas no país estrangeiro e é suficiente para se viver sem extravagância. Os ganhos de se estudar ou pesquisar no exterior superam as expectativas dizem os intercambistas. Bruno Corrêa Quint, 28, faz doutorado em astronomia pelo IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosférias), da USP. Ele realiza pesquisas no telescópio SOAR, no Chile Acervo Pessoal Mais

"No começo do ano, fiquei um mês sem receber a bolsa porque não consegui abrir uma conta bancária. Alguns bancos chilenos exigem renda mensal mínima ou comprovante de residência fixa superior a seis meses. Outros ainda não sabem como lidar com estrangeiros. Agora a situação normalizou", conta Bruno Corrêa Quint, 28, bolsista de doutorado do Ciência sem Fronteiras. Ele realiza pesquisas no telescópio SOAR, no Chile Acervo Pessoal Mais

"A minha principal motivação para vir ao Chile foi o equipamento óptico brasileiro instalado no telescópio SOAR, o BTFI (Brazilian Tunable Filter Imager). Agora tenho me focado essencialmente na pesquisa, que é o tratamento de dados obtidos em noites de observação e estudo e aprimoramento do instrumento", afirma Bruno Corrêa Quint, 28, bolsista de doutorado do Ciência sem Fronteiras Acervo Pessoal Mais

"Moro em uma casa que pertence à área ocupada pelo AURA (observatório chileno). Normalmente são os pesquisadores do Brasil que se hospedam lá. Mas como o telescópio está em falta de profissionais brasileiros, consegui autorização para ficar aqui. A casa não é grande, mas é aconchegante, com dois quartos, sala e cozinha, e faço minha própria comida aqui?, conta Bruno Corrêa Quint, 28, bolsista de doutorado do Ciência sem Fronteiras no Chile Acervo Pessoal Mais

Bruno Corrêa Quint, 28, faz doutorado em astronomia pelo IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosférias), da USP. Ele realiza pesquisas no telescópio SOAR, no Chile. Foto tirada à noite do observatório chileno AURA, onde o clima é seco e a falta de ar pela altitude são rotinas Acervo Pessoal Mais

Vinícius de Oliveira Silva, 21, cursa o último ano de química industrial na UEG (Universidade Estadual de Goiás). Ele foi bolsista do CsF na Universidade de Coimbra em 2012. "Não acho que o curso em Portugal tenha sido fraco. Muito pelo contrário. A estrutura física que eles possuem supera o Brasil em muitos pontos. As universidades portuguesas podem não estar entre as melhores, mas, a meu ver, não deixam de ser instituições de excelência em ensino", afirma Acervo Pessoal Mais

"Pude acompanhar a rotina de pessoas que trabalham para descobrir novas técnicas, métodos e materiais e, principalmente, com intuito de publicar suas pesquisas e serem premiados", conta Vinícius de Oliveira Silva, 21, cursa o último ano de química industrial na UEG (Universidade Estadual de Goiás). Ele foi bolsista do CsF na Universidade de Coimbra em 2012 Acervo Pessoal Mais

"Uma diferença bem básica entre os laboratórios de Portugal e do Brasil é que lá eu tinha os reagentes que precisava. No Brasil, muitas vezes faltavam reagentes ou estavam vencidos", afirma Vinícius de Oliveira Silva, 21, que cursa o último ano de química industrial na UEG (Universidade Estadual de Goiás). Vinícius estudou em 2012 na Universidade de Coimbra pelo Ciência sem Fronteiras Acervo Pessoal Mais

"Meus fins de semana eram muito parecidos com os do Brasil. Ficava em casa ou ia para alguma festa. Na Europa, como é muito comum a presença de intercambistas, há também várias organizações que ajudavam encontrar moradia, tiravam dúvidas e promoviam eventos e festas para os estrangeiros", explica Vinícius de Oliveira Silva, 21, que foi bolsista do Ciência sem Fronteiras na Universidade de Coimbra em 2012. Na foto, a praça 8 de Maio durante a semana acadêmica em Portugal conhecida como Queima das Fitas Acervo Pessoal Mais

A estudante Tamara Guimarães Bucalo, 24, que faz o quinto ano do curso de engenharia de energia na UFABC (Universidade Federal do ABC), passa uma temporada na Universidade da Califórnia, Davis, nos EUA pelo Ciência sem Fronteiras. "Aqui são aproximadamente 12 horas de aula semanais. Parece pouco, mas todas exigem bastante preparação, participação e dedicação nos deveres de casa. A gente tem que aprender a se organizar e não deixar nada para depois, senão vai mal nas provas no final do período". Na foto, a estudante com colegas em uma visita à usina termoelétrica de biomassa em Woodland (EUA) Acervo Pessoal Mais

"Tenho a oportunidade de ter uma vida típica de estudante e me dedicar de verdade aos estudos. Um dia típico é acordar às 7h, me arrumar, tomar café da manhã e pedalar 15 minutos para a aula de alemão. Depois pedalo mais 10 minutos até o outro lado da universidade para as outras aulas. Temos um meal plan (plano de refeições) que está incluído na bolsa de estudos, o que nos garante comida saudável e com considerável diversidade", explica Tamara Guimarães Bucalo, 24, que faz intercâmbio pelo Ciência sem Fronteiras na Universidade da Califórnia, Davis, nos EUA Acervo Pessoal Mais

"O ambiente universitário é bastante diverso. Temos contato com alunos e professores americanos, mas também indianos, japoneses, franceses, alemães. Uma variedade de sotaques que nunca imaginei ter de "decifrar" um dia", conta Tamara Guimarães Bucalo, que é bolsista do Ciência sem Fronteiras na Universidade da Califórnia, Davis, nos EUA. No Brasil, a estudante cursa engenharia de energia na UFABC Acervo Pessoal Mais

"Os alunos moram com outros estudantes em apartamentos fora do campus. Eu divido um apartamento de quatro quartos com sete bolsistas do Ciência sem Fronteiras. Todas as contas básicas são pagas, e a bolsa de estudos é algo a mais", afirma Tamara Guimarães Bucalo, 24, que está em intercâmbio na Universidade da Califórnia, Davis, nos EUA Acervo Pessoal Mais

"Tenho uma vida tranquila, consigo sair com amigos, me divertir e viajar quando há oportunidade (férias e feriados). É o suficiente", afirma Tamara Guimarães Bucalo, 24, que está em intercâmbio na Universidade da Califórnia, Davis, nos EUA. Na foto, a estudante e colegas na Golden Gate Bridge, em San Francisco Acervo Pessoal Mais

Tamara Guimarães Bucalo, 24, está no quinto ano do curso de engenharia de energia na UFABC (Universidade Federal do ABC), em Santo André (SP). Ela estuda na Universidade da Califórnia, Davis, nos EUA. Na foto, a intercambista aproveita passeio ao South Lake Tahoe Acervo Pessoal Mais

Gustavo Cunha Cintra, 21, cursa o último ano de informática no IFG (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia), em Goiás. Está em Estocolmo (Suécia) e assiste aulas no KTH (Royal Institute of Technology). "O KTH é considerado uma das melhores instituições técnicas de ensino na Suécia. As bibliotecas oferecem acesso a um extenso acervo, grande parte disponível online, e possui vários locais para estudo. Você pode até reservar salas para grupos", conta Acervo Pessoal Mais

"A minha rotina acadêmica é bem puxada. Tenho, quase diariamente, uma a duas aulas com duração de aproximadamente três horas cada. Os cursos requerem muita leitura também", explica Gustavo Cunha Cintra, 21, que está em Estocolmo (Suécia) e assiste aulas no KTH (Royal Institute of Technology) Acervo Pessoal Mais

"Todas as experiências que estou vivenciando são importantes para minha formação, além de melhorar o inglês. Apesar de a língua mãe na Suécia ser o sueco, a maior parte da população fala inglês fluentemente", considera Gustavo Cunha Cintra, 21, qie cursa o último ano de informática no IFG (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia), em Goiás e está em Estocolmo (Suécia) no KTH (Royal Institute of Technology). Na foto, Gustavo durante evento de recepção aos novos estudantes em Estocolmo; o intercambista do Ciência sem Fronteiras Gustavo Cunha Cintra (2° à esq..) com pesquisadores estrangeiros Acervo Pessoal Mais

O bolsista do Ciência sem Fronteiras Gustavo Cunha Cintra, 21, está em Estocolmo (Suécia) e assiste aulas no KTH (Royal Institute of Technology). "Os laboratórios de informática são acessíveis 24 horas diárias por sete dias da semana com o uso de uma conta pessoal que cada estudante possui. Os eventos e as palestras com representantes de empresa como Google sempre estão ocorrendo", afirma Gustavo Acervo Pessoal Mais

"Divido um apartamento com outro estudante do CSF e gasto cerca de uma hora em condução para chegar lá, além de dedicas algumas horas para deveres básicos da vida de estudante, como cozinhar e lavar. Na medida do possível, frequento a academia", conta Gustavo Cunha Cintra, 21, que está em Estocolmo (Suécia) e assiste aulas no KTH (Royal Institute of Technology). Na foto, Gustavo em uma estação de metrô Acervo Pessoal Mais

Gustavo Cunha Cintra, 21, cursa o último ano de informática no IFG (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia), em Goiás. Está em Estocolmo (Suécia) e assiste aulas no KTH (Royal Institute of Technology). "Para os novatos, digo para esquecer todo tipo de medo que possa haver ao investir em um intercâmbio. É até difícil explicar o quanto é bom e gratificante esta experiência", afirma Acervo Pessoal Mais

Bolsa na medida e rotina acadêmica puxada: veja a vida dos intercambistas do CsF

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