Informações sobre o álbums
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    • Pedagogia [12876]; Educação [16614]; Educação básica [50784]; Boas práticas na educação [73454];
Fotos
Jogos eletrônicos, filmes em 3D e realidade aumentada, tecnologias que ainda são desconhecidas por parte dos jovens brasileiros são usadas em Petrópolis para ensinar física e matemática. Ao perceber que seus alunos não entendiam o que é um filme em 3D por nunca terem assistido a uma produção com essa tecnologia, o professor de matemática Guilherme Erwin Hartung decidiu mostrar a eles O Fantástico Mundo 3D. Durante as atividades oferecidas fora do horário das aulas, sem valer nota, 15 estudantes montaram um site com imagens em 3D produzidas por eles mesmos Jefferson Coppola/Folhapress Mais
Incentivar a leitura é fundamental na formação dos estudantes, mas como despertar o interesse dos jovens? Em uma escola estadual de Itapetininga (SP), um professor criou um projeto para fortalecer os laços entre escola e família para atingir o mesmo objetivo. Na "Roda de Leitura", cinco pais são convidados por semana a participarem da leitura de um livro e do debate com os alunos fora da sala de aula. Conheça a experiência Edson Silva/Folhapress Mais
A música está presente na vida de todos. Na adolescência, ela passa a ter uma importância maior ainda. Com essas observações, a professora Vânia Aparecida Silva Corrêa Pinto resolveu fisgar seus alunos pelo ouvido. A professora de história e filosofia no Colégio Estadual Vicente Jannuzzi, na Barra da Tijuca, propõe estudar na escola as raízes populares da cultura brasileira. O projeto ocorre na sala de aula, paralelo aos conteúdos da disciplina e, esporadicamente, ocorrem atividades, como passeios, shows e eventos Tânia Rêgo/ABr Mais
O jogo Minecraft está sendo adotado por professores de todo mundo para ensinar de literatura e matemática a biologia. O game de construção de blocos, uma espécie de Lego virtual, que permite ao jogador montar praticamente qualquer objeto, já é usado em quase mil escolas em diversos países Divulgação Mais
Criar projetos interdisciplinares é uma maneira de despertar o interesse dos alunos para a filosofia mostrando aplicações práticas. No Paraná, o professor Rui Valese se reuniu com docentes de química e de biologia em um estudo sobre a felicidade. Os alunos estudaram os ingredientes químicos do McLanche Feliz e seus efeitos no organismo humano, depois eram chamados a responder a pergunta "O McLanche Feliz traz felicidade?" através do método cartesiano de construção da verdade Luiz Roberto Lima/Futura Press Mais
Quando adolescente, a professora Deyse da Silva Sobrino sofria quando era chamada pelos colegas de "pau de catar balão" e "vareta de bilhar". Aos 60 anos, Deyse ensina a seus alunos muito mais do que informática na Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio, localizada na zona leste de São Paulo. Para combater o bullying, a professora criou um medicamento fictício com a ajuda dos alunos, chamado Sitocol. Sob o slogan "Tomou o Sitocol hoje", o remédio tem uma bula, escrita de forma coletiva entre os alunos. "Ele age no organismo produzindo consciência, modificando a maneira de agir das pessoas, o sentimento" Marcelo Camargo/Agência Brasil Mais
Pacotes de gelatina, maçã e abacaxi podem ser ingredientes de sobremesas. Mas para as professoras Fabiane Costa e Liliani Marques, esses são materiais de um experimento simples - e ao mesmo tempo muito eficiente - que serve para explicar conceitos científicos básicos a crianças de 5 anos de idade. "A nossa ideia era ampliar o conhecimento de mundo dessas crianças por meio de investigações de diferentes fenômenos, usando experiências acessíveis com base em alimentos", explica Fabiane. Conheça a experiência Jefferson Coppola/Folhapress Mais
Em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Vladimir Fernando Krüger, professor de língua portuguesa, encontrou uma maneira um tanto inusitada para ensinar literatura a seus alunos de ensino médio da rede pública. Ele criou um projeto chamado Literatura Além da Morte, onde os jovens aprendem parte dos conteúdo em sala de aula e depois visitam os túmulos de figuras literárias na cidade, como o de Érico Veríssimo (na foto) Reprodução Mais
Aproximar jovens do ensino médio de temas tão complexos como a astronomia, a astrofísica ou a química não é tarefa fácil. Para contornar essa dificuldade, a professora Jane Gregorio-Hetem, do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas) da USP (Universidade de São Paulo), lançou o vídeo de animação "Rockstar e a origem do metal". O vídeo relaciona o mundo dos jovens com as disciplinas do currículo escolar Nasa's Goddard Space Flight Center/ESO/JPL-Caltech/DSS Mais
Em São Paulo, um professor de matemática ensina jovens adultos a ler e a escrever com o uso de smartphones. Pelo celular, os estudantes, com mais de 15 anos, resolvem exercícios, participam de jogos educativos e fazem as lições de casa Reprodução Mais
Em uma escola estadual de Paulista (PE), os alunos aprendem história, geografia e sociologia enquanto fazem um passeio ciclístico pela cidade. Durante a pedalada, no bairro Engenho Maranguape, os estudantes falam sobre o cultivo de cana de açúcar, a invasão holandesa, o relevo e questões de direitos humanos e sociologia Shutterstock Mais
Para melhorar a comunicação entre entre crianças e deficientes visuais e auditivos, a professora Sara Rufino Mazzei criou o projeto de educação inclusiva "Leitura por todos os sentidos". O objetivo do projeto é ensinar braille e libras (Língua Brasileira de Sinais) para alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Professora Silvia Regina Schiavon Marasca, em Itanhaém (a 114 km de São Paulo). Na foto, a funcionária Daniele Cristina de Ponte é deficiente auditiva e conversa com os alunos por linguagem de sinais. As crianças pedem para ir ao banheiro e tomar água apenas usando os sinais Katia Doenz/Prefeitura Municipal de Itanhaém/Divulgação Mais
No quadro-negro da sala de aula da professora Elieth Portilho estão fotos de pássaros e frutas do Cerrado. As cartilhas falam de temas rurais e práticas do campo e foram elaboradas pela professora e os alunos. É com esse material que ela alfabetiza as crianças no Centro de Ensino Fundamental Pipiripau 2, localizada em um núcleo rural em Brasília Elza Fiuza/Agência Brasil Mais
O professor Gibran Amorim Silva, 32, inovou em sua aula de história ao utilizar bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, balas de borracha, entre outros restos de armamentos não letais utilizados pela PM (Polícia Militar) do Rio de Janeiro contra uma manifestação de professores. O objetivo, segundo Silva, foi traçar um comparativo entre a ação da PM na onda recente de protestos e a repressão durante o regime militar Hanrrikson de Andrade/UOL Mais
O sol nasce e Herminia Wôôpar Krahô já está de pé. Ela passa o café, toma banho e às 7h cruza o centro da aldeia até a escola. Às 7h30, o sino chama os estudantes, de 4 a 10 anos. Logo, as carteiras ficam cheias de kraré, como são chamadas as crianças pelos indígenas da etnia Krahô na Serra Grande, uma das 27 aldeias que formam a Kraolândia, no nordeste do Tocantins. Única professora indígena, dos quatro que ensinam na região, Wôôpar estudou em Paraíso do Tocantins (TO), a 63 quilômetros da capital Palmas. Começou a lecionar em maio de 2010 quando o antigo professor, também indígena, deixou a escola Marcelo Justo/Folhapress Mais
Manter as salas de aulas limpas e organizadas se tornou mais uma lição para os alunos da escola estadual Roberto Amaury Galliera, em Morrinhos, no Guarujá (SP). A ideia partiu do professor de história Pedro Usai, 32. "O problema da sujeira e depredação é muito comum. Isso acaba prejudicando o desempenho dos estudantes. Toda escola tem pessoas [profissionais] que limpam, mas os alunos não mantêm e aí começa a pichação nas carteiras, sujeira. Pensando nisso, propus a competição", diz Divulgação Mais
Uma escola de Macapá pretende pagar mais de cem instrumentos musicais com a venda de biscoitos. A ideia de arrecadar dinheiro foi da diretora, Elba Dias, que assumiu dez parcelas de cerca de R$ 3.000 cada para comprar os 105 instrumentos para a banda. Para pagar a conta, mais de 400 biscoitos Monteiro Lopes são vendidos por dia na escola. Cada quitute, que é tradicional da culinária do Amapá, custa R$ 0,50 Divulgação Mais

Confira experiências inspiradoras de professores em escolas de todo o país

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