- Informações sobre o álbums
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- galeria: 10ª Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) vai até 15 de março, em São Paulo
- link: http://educacao.uol.com.br/album/2012-03-14-Febrace2012_album.htm
- totalImagens: 30
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- timestamp: 20120329124957
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- Educação [16614];
- Fotos
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- Acontece de 13 a 15 de março,a décima edição da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Inspiradas pelas enchentes de São Bernardo do Campo (SP), onde moram, as estudantes Larissa Alves de Souza, 17, e Daniela Vieira de França, 16, criaram um protótipo de "bueiro ecológico", que filtra o lixo sólido das bocas de lobo. Leandro Moraes/UOL Mais
- "Bueiro ecológico", que filtra o lixo sólido das bocas de lobo, criado pelas estudantes Larissa Alves de Souza, 17, e Daniela Vieira de França, 16, de São Bernardo do Campo. Leandro Moraes/UOL Mais
- Os alunos do curso técnico de edificações Maria Aparecida Santos, 17, Fernando Souza, 18, e Thainá Santa Rosa, 17, construíram uma casa de 9 m² substituindo os blocos por 4.000 garrafas de plástico preenchidas com areia. O custo total foi de R$ 1.822, incluindo telhado, porta, janela e argamassa. "[Esse tipo de casa] é de 40% a 60% mais barata que uma de bloco. É uma alternativa para construção de moradia de baixa renda", diz a professora Maria José Silva Almeida, que orientou o projeto. Leandro Moraes/UOL Mais
- Os alunos do curso técnico de edificações Maria Aparecida Santos, 17, Fernando Souza, 18, e Thainá Santa Rosa, 17, construíram uma casa de 9 m² substituindo os blocos por 4.000 garrafas de plástico preenchidas com areia. O custo total foi de R$ 1.822, incluindo telhado, porta, janela e argamassa. ?[Esse tipo de casa] é de 40% a 60% mais barata que uma de bloco. É uma alternativa para construção de moradia de baixa renda?, diz a professora Maria José Silva Almeida, que orientou o projeto. Leandro Moraes/UOL Mais
- Estudante observa telhado verde, um dos projetos apresentados na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Oriundos de Novo Hamburgo (RS), os estudantes do curso técnico de mecânica Eduardo Trierweiler Boff, 20, e Lucas Strasburg Ferreira, 20, criaram uma prótese ortopédica com material reciclável, como polipropileno (material dos copos de plástico) e PET fundido e laminado. O custo estimado é de R$ 141,50 e tem durabilidade de quase dois anos. Leandro Moraes/UOL Mais
- Recém-formado no Ensino Médio, Leonardo de Oliveira Bodo, 17, encontrou nas teias das aranhas carangueijeira e armadeira moléculas que matam células cancerígenas sem destruir as saudáveis. O projeto, ao qual se dedica há três anos, é vinculado ao Instituto Butantã e recebe incentivo de entidades de fomento. Leandro Moraes/UOL Mais
- Estande do estudante Leonardo de Oliveira Bodo, 17, que pesquisa propriedades farmacêuticas de teias de aranhas. Ele encontrou nas teias das aranhas carangueijeira e armadeira moléculas que matam células cancerígenas sem destruir as saudáveis. Leandro Moraes/UOL Mais
- Oriundas de uma escola estadual de São Tiago (MG), Isabella Vivas Sampaio, 17, Mariana de Assis Souza, 16, e Marisa Sacramento Sampaio Rosário, 16, decidiram conhecer as técnicas artesanais de produção de uma bebida fermentada feita à base de água, açúcar mascavo e laranja. O projeto foi campeão de uma feira de ciência da Universidade Federal de Minas Gerais e, por isso, classificado para a Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia). Leandro Moraes/UOL Mais
- Todos os projetos precisam ter um diário de bordo, relatando o processo de pesquisa. Na foto, o diário de bordo do projeto de vinho de laranja, de estudantes do Ensino Médio de São Tiago (MG). Leandro Moraes/UOL Mais
- Danielle Gomes Rodrigues, 16, Gabriel Sallum Azevedo Alves, 15, Rayssa Alberto Taiar, 16, e Vitória Martins de Macêdo, 15, autores do projeto que criou um chiclete sem uso de derivados de petróleo. Os estudantes usaram resina de pinus, árvore usada para a produção de papel e plantada em área de reflorestamento. Leandro Moraes/UOL Mais
- O chiclete de resina de pinus, criado por estudantes do Ensino Médio da escola particular Sant'Anna International School, em Vinhedo (SP). Segundo os jovens, a goma de mascar dissolve na boca em 15 minutos. Leandro Moraes/UOL Mais
- Detalhes da decoração do estande do projeto do chiclete ecológico, feito de resina de pinus e criado por estudantes do Ensino Médio, em Vinhedo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Estande do xampu de Maxixe, criado pelos estudantes Isabella Noleto Durand, Jhulianna Lobã de Sousa Silva e Pedro Leitão de Araujo Neto, de Imperatriz (MA). O maxixe, segundo eles, é fonte de cálcio, fósforo, ferro, sódio, magnésio, vitamina C, vitaminas do complexo B e betacaroteno. Leandro Moraes/UOL Mais
- Estande do xampu de maxixe, criado pelos estudantes Isabella Noleto Durand, Jhulianna Lobã de Sousa Silva e Pedro Leitão de Araujo Neto, de Imperatriz (MA). O maxixe, segundo eles, é fonte de cálcio, fósforo, ferro, sódio, magnésio, vitamina C, vitaminas do complexo B e betacaroteno. Leandro Moraes/UOL Mais
- Esse é especial para os ciclistas. Os estudantes Damarcones dos Santos Duque Pôrto, Luiz Eduardo Alves Alencar, Matheus Nascimento de Aguiar, Luis Claudio, do CEM Integrado,em Brasília (DF), usaram drives de CD/DVD que foram descartados parai construir um gerador mecânico de energia. Ao ser acoplado à roda de uma bicicleta, por meio do atrito, fornece energia elétrica aos LED'S que estão presos a um colete. As luzes geradas pela energia do próprio ciclista funciona como um sinalizador. Leandro Moraes/UOL Mais
- Um dos projetos que mais chamaram a atenção das crianças foi o detransmissão de energia sem fio, de estudantes de uma escola estadual cidade de Pilões (RN). Na foto, Antonio, E. Oliveira, 18, Maria Cristina G. Sousa, 16, e Joamar F. Diniz, 17. Leandro Moraes/UOL Mais
- Antonio E. Oliveira, 18, mostra como a bobina central é capaz de acender a lampada sem a necessidade de a eletricidade ser conduzida por fios. Um dos projetos que mais chamaram a atenção das crianças foi o detransmissão de energia sem fio, de estudantes de uma escola estadual cidade de Pilões (RN). Leandro Moraes/UOL Mais
- Estudante mostra como a bobina central é capaz de acender a lampada sem a necessidade de a eletricidade ser conduzida por fios. Um dos projetos que mais chamaram a atenção das crianças foi o de transmissão de energia sem fio, de estudantes de uma escola estadual cidade de Pilões (RN). Leandro Moraes/UOL Mais
- Lâmpada fluorescente é acesa por meio do transmissor de energia sem fio, um dos projetos que mais chamaram a atenção das crianças feito por estudantes de uma escola estadual cidade de Pilões (RN). Leandro Moraes/UOL Mais
- Criança se espanta com projeto de transmissão de energia sem fio, de estudantes de uma escola estadual cidade de Pilões (RN). Leandro Moraes/UOL Mais
- Robô de vigilância doméstica e industrial, feito por Adriano Sousa Santos e Élber José Mesquita Rodrigues, estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. Leandro Moraes/UOL Mais
- Robô de vigilância doméstica e industrial, feito por Adriano Sousa Santos e Élber José Mesquita Rodrigues, estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. Leandro Moraes/UOL Mais
- Robô de material reciclável, na área de Robótica da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Manoel Filho dos Santos e Cassiano Oliveira dos Santos são estudantes da escola estadual E.E.F.M. Raimundo Nogueira, de Horizonte (CE). Eles desenvolveram alguns robôs com material reciclável na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- A área de humanas, como história e sociologia, também é contemplada na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Estudantes observam estande de robótica na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Estudantes observam estande de robótica na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
- Estudantes observam estande de robótica na Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), que acontece de 13 a 15 de março, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo (SP). Leandro Moraes/UOL Mais
10ª Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) vai até 15 de março, em São Paulo
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